A Operação Arsenal, da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins, cumpriu 15 mandados nas cidades de Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Imperatriz (MA) e contou a atuação de 120 policiais.
A PF informou que as investigações contra o grupo iniciaram após um caso de furto de armas de fogo e coletes balísticos de uma empresa de segurança privada na capital tocantinese.
Conforme a Secretaria de Segurança Pública, os suspeitos teriam neutralizado o sistema de energia e monitorado o estabelecimento antes do crime.
Os suspeitos podem responder pelos crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores e promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa armada.
As penas podem chegar a 22 anos de prisão.
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