Entre os principais destaques do trimestre estiveram o crescimento saudável da carteira de crédito, a geração de capital e, principalmente, a manutenção da qualidade dos ativos.
Tenda (TEND3): lucro cai 48,7% no terceiro trimestre, baixa acima do esperado.
Itaú (ITUB4) entrega novo tri sólido e reforça “favoritismo” do mercado; ação sobe 3%.
O CEO da companhia, Luciano Alves, afirmou à Broadcast que a CBA trabalha com um cenário que não prevê quedas abruptas no preço da commodity. Na avaliação dele, as unidades do Oriente Médio que interromperam produção por causa da guerra vêm retomando as atividades aos poucos, sem impacto relevante nos preços.
Para Alves, novas capacidades vindas da Indonésia tendem a ser mais relevantes, mas a empresa entende que essas entradas devem ocorrer de forma gradual.
A CBA segue em compasso de espera quanto à conclusão da venda do controle da companhia pelo Grupo Votorantim para a empresa formada pela joint venture entre a chinesa Chinalco (Chalco) e a Rio Tinto.
Alves disse, porém, que o assunto é tratado com tranquilidade, enquanto a empresa foca em ganhos de produtividade.
A CFO da CBA, Camila Abel, afirmou que a companhia considera o atual nível de endividamento confortável, inclusive para suportar períodos de alta do dólar – moeda na qual está denominada cerca de 80% da dívida.
Segundo ela, a estrutura financeira também deixa a empresa pronta para novos investimentos quando surgirem oportunidades.
Em números
- CBA (CBAV3) tem lucro recorde de R$ 616 milhões no 3º trimestre, alta de 366%
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