Ir para o conteúdo
Política

STF volta ao plenário após caso Moraes e julga licença parental

Corte retoma pauta nesta 4ª feira com ações sobre direitos de pais adotivos e planos de saúde de idosos. Leia no Poder360.

3 min de leitura
STF volta ao plenário após caso Moraes e julga licença parental

O plenário do Supremo Tribunal Federal volta a se reunir nesta 4ª feira (16.set. 2026), 1 dia depois do julgamento sobre o ministro Alexandre de Moraes e o caso Banco Master, para analisar ações sobre licenças parentais e reajustes de planos de saúde de idosos.

Corte realiza 1ª sessão plenária depois do julgamento sobre ministro; pauta inclui licenças parentais e planos de saúde de idosos.

A sessão é a 1ª do plenário depois do julgamento que analisou se deveria ser aberta uma investigação contra Moraes por elementos encontrados pela Polícia Federal no caso envolvendo o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

A sessão de 3ª feira (15.set.) durou quase 8 horas e foi marcada por divergências entre os ministros sobre a condução das investigações.

Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-se.

O 1º item previsto para esta 4ª feira é a ADI 7. 495, que discute diferenças nas regras de licença parental, incluindo a equiparação entre maternidade biológica e adotiva e a possibilidade de compartilhamento do período de afastamento entre os responsáveis pela criança.

Na ADI 7. 495, o Supremo analisa a validade de dispositivos que estabelecem tratamento diferenciado para as licenças maternidade e paternidade nos casos de filhos biológicos e adotivos.

A ação questiona regras da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e de outras normas que tratam dos períodos de afastamento concedidos a mães e pais.

A discussão inclui diferenças relacionadas à forma de filiação e, nos casos de adoção, à idade da criança. Também está em análise a possibilidade de compartilhamento do período de licença entre os responsáveis.

A ação foi apresentada pela PGR (Procuradoria Geral da República) em 2023.

Outro processo na pauta é a ADC 90, que discute os reajustes de planos de saúde de pessoas com mais de 60 anos.

Os ministros analisam se a proibição de cobrança de valores diferenciados em razão da idade prevista no Estatuto da Pessoa Idosa pode ser aplicada a contratos firmados antes da entrada em vigor da legislação.

O julgamento envolve contratos anteriores a 2004 e discute se as operadoras podem aplicar reajustes por faixa etária quando o beneficiário completa 60 anos depois da entrada em vigor do estatuto.

O processo é relatado pelo ministro Dias Toffoli. O julgamento já havia sido iniciado e foi interrompido por um pedido de vista de Alexandre de Moraes.

O plenário do STF está atualmente com 10 ministros, por causa da vaga aberta com a saída de Roberto Barroso.

Comentários

Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.

Carregando comentários…

Leia também

Mais em Política
Brasil — imagem padrão
Brasil

Fachin rejeita afastar Dino de processos contra Flávio Bolsonaro

Fachin negou o pedido de arguição de suspeição protocolado pela defesa do candidato. Para os advogados de Flávio Bolsonaro, Dino deveria ser afastado da relatoria da ação que investiga uso de emendas parlamentares para f

Em Brasil