O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta sexta-feira (23) que o projeto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contempla um ajuste das contas públicas sem sem "dar cavalo de pau" ou "fazer loucuras" na economia.
O objetivo seria tentar conter a alta no endividamento público para baixar a taxa de juros e, com isso, promover uma melhora da economia — que rem registrando desaceleração.
A campanha de Flávio Bolsonaro, que concorre com Lula no segundo turno das eleições deste ano, marcado para o próximo domingo (25), tem prometido um ajuste mais rápido nas contas públicas, caracterizado por um "tesouraço" nos gastos.
Segundo o Uol, Daniella Marques, coordenadora da campanha da oposição, também foi chamada para a entrevista, mas alegou problemas de agenda.
Brasil que Não Volta Atrás, para que isso seja permanente Tesouraço nos gastos públicos: equilíbrio fiscal, reforma do Estado, combate à corrupção e menos impostos.
A garantia que tudo o que foi prometido tem lastro", diz o programa de governo de Flávio Bolsonaro.
O ministro da Fazenda reafirmou que o objetivo da proposta do Partido dos Trabalhadores é de promover um ajuste mais gradual das contas públicas, da ordem de dois pontos do Produto Interno Bruto (PIB), em um eventual quarto mandato do presidente Lula.
Ele reafirmou que o governo apresentará superávit em suas contas em 2027, conforme está na proposta de orçamento, embora analistas considerem isso uma tarefa difícil diante das medidas anunciadas durante a campanha deste ano, como, por exemplo, conceder reajuste ao Bolsa Família.
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