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Política

Marcola recebeu contrato de venda de canabidiol de lobista, diz PF

Roberta Luchsinger e Marcola são investigados em um esquema de tráfico de influência para vender medicamentos ao SUS. Leia no Poder360.

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Roberta Luchsinger e Marcola são investigados em um esquema de tráfico de influência para vender medicamentos ao SUS.

Na época do envio do modelo de contrato, ela tentava fechar o negócio de medicamentos, que foi impedido depois de o escândalo de descontos indevidos do INSS, investigado na Operação Sem Desconto, vir à tona.

De acordo com O Globo, Marcola confirmou o recebimento do documento, mas negou que o tenha encaminhado. Já a defesa de Luchsinger afirmou que, pelo fato de o processo tramitar em segredo de justiça, não se manifestará sobre o caso.

Uma das relações próximas de Luchsinger era com o filho de Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, investigado por tráfico de influência. A suspeita é de que Lulinha, por intermédio de Luchsinger, atuou para que o Careca do INSS fosse recebido no Ministério da Saúde e tentasse fechar o negócio.

Marcola saiu do cargo de chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 21 de julho. A saída veio logo depois de ele ser apontado pela PF como possível envolvido em um esquema que contava com Lulinha, o Careca do INSS e a empresária Roberta Luchsinger.

O esquema tinha como objetivo facilitar contratos com o governo federal.

Antunes é suspeito de desviar recursos de aposentadorias e pensões do INSS. Ele foi preso pela PF nas investigações sobre as fraudes no órgão.

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