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Política

Associação de tribunais de contas se opõe a férias escolares obrigatórias na Copa do Mundo feminina

Entidade enviou ofícios à Câmara e ao Senado em apoio a projeto de lei que revoga a exigência de recesso

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A Atricon, associação que reúne membros dos tribunais de contas do Brasil, endossou um projeto de lei da deputada Any Ortiz (PP-RS) que retira a obrigatoriedade de que escolas públicas e privadas concedam férias durante a Copa do Mundo Feminina, disputada entre 24 de junho e 25 de julho de 2027.

A entidade encaminhou ofícios às lideranças da Câmara e do Senado manifestando apoio à proposta da parlamentar.

Segundo a Atricon, a exigência do recesso pode afetar o planejamento pedagógico, o transporte e a alimentação escolar, além de ignorar as diferenças regionais do país.

O apoio à realização da Copa do Mundo Feminina é fundamental, mas isso pode ocorrer sem retirar dos sistemas de ensino a autonomia para organizar seus calendários de acordo com as particularidades locais e as necessidades pedagógicas", diz o coordenador da Comissão de Educação da Atricon, Cezar Miola.

Em junho, Lula sancionou uma lei que define uma série de temas pertinentes ao Mundial, como funcionamento do comércio nas áreas de eventos, segurança pública, concessão de vistos, horário de funcionamento dos serviços e ajustes no calendário para que as férias escolares coincidam com a competição.

A norma foi enviada ao Congresso pelo próprio Executivo.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Poder, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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