Ir para o conteúdo
Política

Abraji critica “intimidação e assédio judicial” de Willer Tomaz

Abraji critica "intimidação e assédio judicial" de Willer Tomaz | Poder Eleições 2026

2 min de leitura
Política — imagem padrão

A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) divulgou uma nota na 5ª feira (22.out. 2026) em que afirma que o advogado Willer Tomaz, que é investigado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro, tem praticado “intimidação e assédio judicial” contra jornalistas.

  • Lula diz que PF apura perda de ilha de Richarlison para amigo de Flávio.
  • PF apura se ex-funcionário do STJ vazava informações a Willer Tomaz.

Só em 2026, foram ao menos 4 processos, entre ações criminais e pedidos de censura com indenização por danos morais movidos contra jornalistas.

Segundo a entidade, Willer tenta “silenciar o trabalho de jornalistas por meio do uso abusivo do sistema de justiça”. Só em 2026, foram ao menos 4 processos, entre ações criminais e pedidos de censura com indenização por danos morais movidos contra jornalistas.

A Abraji relatou que Willer desistiu de parte das ações depois de decisões desfavoráveis ou pouco tempo após entrar na Justiça. Para a associação, a prática pode indicar uma tentativa de constranger jornalistas, mesmo quando os processos não avançam.

A associação reconhece que recorrer à Justiça para corrigir informações é um direito, mas considera que o uso abusivo de processos pode comprometer a liberdade de imprensa.

A entidade ainda cobrou providências das autoridades para coibir o assédio judicial.

Willer Tomaz, amigo do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), é investigado na operação Sem Desconto, que apura desvios indevidos em aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS.

Comentários

Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.

Carregando comentários…

Leia também

Mais em Política
Mundo — imagem padrão
Mundo

Por que Flávio Bolsonaro foi intimado a entregar os passaportes?

Flávio foi intimado a cumprir a ordem em até 24 horas na segunda-feira (26/10), depois de ter sido abordado pela Polícia Federal (PF) em Brasília. O prazo para a entrega se encerrou nesta terça-feira (27/10), por volta d

Em Mundo