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STJ nega liminar e mantém médico acusado de feminicídio preso

Dois dias após protocolo, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quarta-feira (16) pedido apresentado pela defesa do médico João Jazbik Neto, de 78...

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STJ nega liminar e mantém médico acusado de feminicídio preso

Dois dias após protocolo, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou nesta quarta-feira (16) pedido apresentado pela defesa do médico João Jazbik Neto, de 78 anos, acusado de matar a esposa, a fisioterapeuta Fabíola Marcotti.

Defesa pediu liberdade ou prisão domiciliar para João Jazbik Neto, de 78 anos.

A defesa tentava a suspensão da decisão que restabeleceu a prisão do médico em 3 de setembro. Os advogados pretendiam que Jazbik voltasse a responder ao processo em liberdade, sujeito a medidas cautelares.

Como alternativa, solicitaram a conversão da prisão preventiva em domiciliar, sob a alegação de idade avançada e problemas cardíacos graves.

O pedido foi analisado pelo ministro Rogério Schietti Cruz, da Sexta Turma. O magistrado negou a medida liminar e pediu mais informações.

Jazbik está preso preventivamente sob acusação de feminicídio contra Fabíola, morta em 18 de maio. Ele sustenta que a esposa tirou a própria vida e nega ter cometido o crime.

Durante a investigação, porém, a polícia reuniu elementos que reforçaram a suspeita de assassinato e apontou possível alteração da cena antes da chegada da equipe de investigação e perícia.

O médico chegou a ser libertado duas vezes por decisões liminares. Em 3 de setembro, o desembargador Emerson Cafure reconsiderou uma delas e restabeleceu a prisão preventiva.

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