O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), informou ontem que são necessárias 54 assinaturas para o governo apresentar o pedido de aceleração da votação da proposta de fim da escala 6×1, mas que esse número pode ser menor, ainda que caibam questionamentos.
Índices futuros dos EUA sobem com otimismo com IA e queda no petróleo.
As considerações se dão num momento em que a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), recolhe assinaturas de senadores para apresentar um requerimento de calendário especial para a PEC da escala 6×1.
A PEC é bandeira eleitoral de Lula e enfrenta resistência da oposição, que tenta barrar a discussão para esvaziar o ativoeleitoral do petista. Se apresentado e aprovado o pedido, a tramitação da PEC fica mais rápida, e o governo terá a oportunidade de ver a proposta sob votação antes da eleição presidencial de 25 de outubro.
Na prática, Alcolumbre sinaliza que pode acolher o pedido de aceleração da PEC mesmo sem o número mínimo de 54 assinaturas. “Já teve vários episódios com um número muito menor do que 54.
Então, pode ser que apresente o requerimento com um número menor. Pode questionar? Pode. Mas os outros (episódios) eles não questionaram. Só que, logicamente, eu vou ter que esperar quem vai apresentar para saber se vai ter 54 ou não.” Teresa disse a jornalistas que não vai informar quantas assinaturas já coletou nem quantos signatários pretende obter no requerimento.
Bilionário e fundador da Nvidia afirma que fracassos, insegurança e resiliência foram determinantes na trajetória da empresa durante seus 33 anos de história.
Duas visões drasticamente diferentes para as relações entre o Brasil e os Estados Unidos estão em jogo no segundo turno das eleições presidenciais, mas tanto as estratégias do senador Flávio Bolsonaro (PL) quanto as do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentam seus próprios riscos, na avaliação de especialistas.
Flávio avançou para o segundo turno, que será realizado em 25 de outubro, com impulso após garantir 47% dos votos no primeiro turno, contra 45% de Lula, em uma campanha marcada por críticas à relação de ambos os candidatos com Washington.
Quem vencer as eleições terá que lidar com as tensões entre os dois maiores parceiros comerciais do Brasil — China e Estados Unidos — ao mesmo tempo em que define estratégias para o desenvolvimento mineral, a industrialização e a cooperação regional.
Brasil e Estados Unidos criaram um grupo de trabalho no mês passado para conduzir as negociações sobre tarifas e uma estrutura comercial bilateral mais ampla, com o acesso dos EUA aos minerais críticos e terras raras do Brasil emergindo como um ponto-chave de discórdia, enquanto Washington busca reduzir sua dependência da China para esses minerais.
O pano de fundo histórico, de um modo geral, é favorável para a Bolsa, mas rali recente do mercado americano pode ser um fator limitante.
Os preços do petróleo caíam nesta sexta-feira, à medida que diminuíam as preocupações com a oferta no Oriente Médio após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o país não atacará o Irã antes das eleições americanas do próximo mês.
Os contratos futuros do Brent, referência internacional do petróleo, para entrega em dezembro caiam cerca de 1%.
O índice Nikkei 225, do Japão, ficou praticamente estável, enquanto o CSI 300, da China continental, avançou 0,16%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 subiu 0,64%. Já em Hong Kong, o índice Hang Seng registrava ganho de 1,4% na última hora de negociação, acompanhando a melhora do apetite por risco nos mercados globais.
Os futuros do S&P 500 avançavam 0,5%, enquanto os futuros do Nasdaq 100 subiam 0,9% na manhã desta sexta-feira (9). Parte da razão da alta vem de otimismo com Inteligência Artificial (IA).
Trump também mencionou “discussões produtivas” com Teerã. Na sessão anterior, a commodity havia atingido o maior nível em duas semanas diante dos receios de uma possível escalada das tensões no Oriente Médio.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera o segundo turno da eleição presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), rompendo o empate técnico apontado em simulações feitas em levantamentos anteriores, mostrou pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira.
De acordo com a pesquisa, Flávio registra 51,1% das intenções de voto para o segundo turno, ante 47,4% da pesquisa anterior, enquanto Lula aparece com 45,7%, ante 47,6%.
O percentual de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou anular o voto caiu para 3,2%, de 5,0% na pesquisa anterior. A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto percentual para mais ou para menos.
Para a pesquisa, contratada pela Bloomberg, o instituto AtlasIntel ouviu 5. 026 pessoas online entre os dias 3 e 8 de outubro. Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno da eleição presidencial no último domingo na liderança com 47,03%, contrariando o que apontavam os principais institutos de pesquisa, enquanto Lula obteve 45,16% dos votos.
A semana termina com os agentes de mercado analisando nesta sexta-feira os resultados de duas pesquisas sobre o segundo turno da eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que mostram o senador largando na frente para a eleição de 25 de outubro, ao mesmo tempo que, no exterior, a queda nos preços internacionais do petróleo trazia fôlego aos ativos.
Na noite de quinta-feira pesquisa Datafolha mostrou Flávio com 49% das intenções de voto contra 45% de Lula, um empate técnico no limite da margem de erro de 2 pontos percentuais.
Já nesta manhã, levantamento Atlas/Bloomberg colocou Flávio na liderança do segundo turno, rompendo o empate técnico apontado em simulação feita em pesquisa anterior.
O senador aparece com 51,1% contra 45,7% de Lula. No exterior, os principais índices de ações registravam altas ajudados pela queda nos preços do petróleo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que os EUA não atacariam o Irã antes da eleição legislativa de meio de mandato do país no início de novembro.
Os investidores ainda mantinham cautela, no entanto, em meio a uma nova onda de levantamento de recursos por grandes empresas de tecnologia, enquanto os custos de empréstimos em algumas das maiores economias do mundo saltavam para seus patamares mais altos em vários anos.
update 7h54 Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista Investidores em Wall Street novamente observaram os rendimentos dos títulos e o preço do petróleo, que têm alimentado a volatilidade das ações recentemente, à medida que cresce a preocupação de que os preços mais altos da energia mantenham a inflação elevada e forcem o Federal Reserve a aumentar ainda mais as taxas de juros.
Muitos investidores, no entanto, mantêm uma visão otimista do mercado de ações. Eles esperam que o início da temporada de balanços possa dar ao mercado o combustível necessário para a próxima alta.
O dólar comercial emendou a segunda alta seguida diante ao real. O movimento vai na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,12%, aos 102,12 pontos.
NegóciosDia (%)AXIA3103. 020-0,82SBSP385. 7224,09PETR482. 6722,12BBDC481. 676-2,05ITUB473. 3880,49 update 7h45 Ibovespa terminou ontem com alta de 0,94%, aos 206.
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