O negócio amplia a presença do fundo no segmento logístico e adiciona à carteira um ativo especializado em armazenagem frigorificada.
A compra foi realizada por meio do Guardian Prime Log FII e terá o pagamento integral do preço ao longo de até 18 meses.
De acordo com o fundo, a estrutura de desembolso contribui para uma rentabilidade corrente (running yield) média estimada de 13,5% ao ano nos primeiros 60 meses.
O imóvel está localizado às margens da BR-386, importante corredor logístico do Sul do país, e possui 154,8 mil metros quadrados de área de terreno, além de 18,9 mil m² de área bruta locável (ABL).
O complexo está 100% ocupado por dois locatários, com contratos que têm reajuste anual pelo IPCA. A BRF utiliza 8,6 mil m², correspondentes a aproximadamente 45% da ABL, enquanto a Reiter Log (RTL Armazéns e Logística) ocupa os 10,3 mil m² restantes, ou cerca de 55% da área locável.
GARE11 amplia exposição a galpões frigorificados.
A aquisição coloca o GARE11 em um segmento mais especializado do mercado de galpões logísticos: os ativos frigorificados.
Segundo o fundo, esses empreendimentos têm oferta mais limitada no país e exigem investimentos significativamente superiores aos de galpões logísticos convencionais.
A estimativa apresentada pelo fundo é de que o custo de construção de um imóvel frigorificado possa ser duas a três vezes maior que o de um ativo logístico tradicional.
Essa característica, aliada à menor disponibilidade de imóveis com esse perfil, é apontada como um dos diferenciais do empreendimento adquirido.
O Complexo Logístico Nova Santa Rita também possui espaço para expansão. Há um projeto aprovado para aproximadamente 13,9 mil m² adicionais, além de potencial construtivo que, segundo o GARE11, poderia levar a área locável do empreendimento para mais de 60 mil m².
Em números
- A BRF utiliza 8,6 mil m², correspondentes a aproximadamente 45% da ABL
- Enquanto a Reiter Log (RTL Armazéns e Logística) ocupa os 10,3 mil m² restantes, ou cerca de 55% da área locável
- Há um projeto aprovado para aproximadamente 13,9 mil m² adicionais, além de potencial construtivo que
- Segundo o GARE11, poderia levar a área locável do empreendimento para mais de 60 mil m²
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