O balanço da Dexco foi afetado por itens não recorrentes, pela provisão para perda de crédito, além do aumento das despesas com pagamento de juros da sua dívida.
Por outro lado, houve melhora do faturamento e da sua margem de lucro operacional.
A Dexco tem enxugado as suas operações para se adequar a um mercado com demanda mais fraca por materiais de construção. O grupo vendeu, recentemente, a fábrica de revestimentos cerâmicos de Urussanga (SC) e fechou a unidade de louças sanitárias de Cabo de Santo Agostinho (PE), o que gerou a baixa contábil de máquinas, equipamentos e estoques.
Na análise por divisões de negócios, a receita líquida cresceu 16 2% em Madeira e sofreu recuo de 2,1% em Metais e Louças, e recuo de 5,2% em Revestimentos Cerâmicos.
PRIO (PRIO3) tem lucro líquido de US$ 521 milhões no 3º tri, alta anual de 468%.
O presidente da Dexco, Raul Guaragna, considerou “forte” os resultados do trimestre. Apesar dos impacto dos itens não recorrentes, ele destacou o avanço do faturamento, da margem de lucro operacional e do fluxo de caixa, com redução da dívida.
O crédito que será discutido no processo decorre de venda de painéis de madeira pela Dexco com pagamento parcelado pela Bartira.
A companhia destacou que a diminuição da dívida foi sustentada pela geração de caixa operacional e pela entrada de recursos no período relativa a venda da planta de Urussanga.
Em números
- PRIO (PRIO3) tem lucro líquido de US$ 521 milhões no 3º tri, alta anual de 468%
- Dexco tem prejuízo líquido de R$ 142 mi no 3T, afetada por desmobilização de fábricas
Comentários
Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.
Carregando comentários…