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Corumbá - MS | Quinta-feira, 5 de novembro de 2026 | 15:08

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BETs legais: governo faz trocadilhos com artistas brasileiros em campanha contra bets

Proibição das plataformas de apostas online depende de aprovação do Congresso; saiba mais

2 min de leitura
BETs legais: governo faz trocadilhos com artistas brasileiros em campanha contra bets

Reprodução/Twitter O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou uma maneira bem-humorada de usar a música brasileira para defender a proibição das plataformas de apostas online no país.

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Intitulado “BETs legais que não prejudicam o seu bolso”, o vídeo brinca com a sequência de letras “bet” presente em nomes de artistas e músicas brasileiras. Entre as referências estão Beth Carvalho, Maria Bethânia, Beto Guedes, Bebeto e Beto Barbosa, além de “Bete Balanço”, clássico do Barão Vermelho.

Na legenda da publicação, o governo também entrou na brincadeira.

A iniciativa do Governo usa o humor e referências culturais populares para chamar atenção aos possíveis impactos financeiros das apostas online. A legenda também diz.

A realidade das apostas online no bolso dos brasileiros é assunto sério. A Medida Provisória que proíbe as bets precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei definitiva.

Converse agora mesmo com o seu deputado federal e com os senadores do seu estado. Apostar no fim das bets é defender o bolso e o futuro do povo brasileiro!”.

Proibição das bets depende de aprovação do Congresso.

A proibição depende da aprovação do Congresso Nacional para se tornar definitiva. Editada em 25 de setembro de 2026, a Medida Provisória 1. 394/2026 determina que o Ministério da Justiça fiscalize provedores de aplicações de internet, lojas de aplicativos e sistemas operacionais.

Para que a medida seja convertida em lei, Câmara dos Deputados e Senado precisam aprovar o texto. A MP tem validade até 23 de novembro e pode ser prorrogada por mais 60 dias.

Até o momento, o Congresso ainda não designou um relator para a proposta.

A iniciativa também tem enfrentado questionamentos na Justiça. Entidades e clubes de futebol acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) e contestam a constitucionalidade da medida, pedindo a suspensão de seus efeitos até o julgamento das ações.

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