Músico faz analogia interessante com o basquete para explicar sua importância na engrenagem da banda; entenda.
Em bandas de rock de grande porte, o ego e a busca pelo protagonismo frequentemente dominam os bastidores. No Linkin Park, porém, o baixista Dave “Phoenix” Farrell enxerga seu papel sob uma perspectiva bem diferente — e curiosamente esportiva.
Para ele, a função do baixo não é brilhar sozinho na linha de frente, mas garantir a estrutura sobre a qual todo o resto se ampara. Ao analisar sua contribuição para a dinâmica do grupo, Phoenix usou uma analogia direta com as quadras para definir sua postura dentro do grupo.
Em entrevista à Bass Player (via Guitar World), o baixista refletiu a respeito.
Segundo Dave “Phoenix” Farrell, essa mentalidade de “trabalho silencioso” reflete o equilíbrio do Linkin Park desde os primeiros dias até o álbum mais recente, From Zero (2024), disco que marcou o retorno da banda após a morte do vocalista Chester Bennington e a entrada de Emily Armstrong.
Sobre sua contribuição nas composições, o baixista afirma.
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