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Trump volta a falar, sem provas, em fraude na eleição no Brasil

Republicano afirmou que não tomou partido nas eleições do último domingo (25), mas disse ver indícios de fraude sem mostrar evidência alguma.

2 min de leitura
Trump volta a falar, sem provas, em fraude na eleição no Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou nesta terça-feira (27) a insinuar, sem provas, que houve fraude na eleição no Brasil. A declaração foi dada durante um comício no estado do Texas.

  • Da 'ótima química' ao tarifaço: relembre a relação de vaivém entre Trump e Lula.

Os democratas são os maiores fraudadores de eleições, embora o Brasil também esteja fazendo um bom trabalho nisso, não é? Vocês viram aquilo? Não foi nada legal.

Eu não tomei partido, mas aquilo não pareceu nada bom", afirmou Trump.

👉 O resultado do 2º turno foi confirmado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, ainda na noite de domingo (25).

Lula derrotou Flávio Bolsonaro (PL), aliado de Trump, no segundo turno da eleição presidencial. O petista recebeu 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do senador, uma vantagem de 4,4 milhões de votos.

Pareceu fraudada', mas 'gosto do Lula.

Na última segunda-feira (26), Trump já havia dito que a eleição no Brasil "pareceu mais uma eleição fraudada", sem apresentar qualquer indício de irregularidade.

Questionado por jornalistas se faria algo a respeito do resultado, Trump afirmou que "não governa o Brasil" e que gosta do presidente Lula.

Sem apresentar provas, Trump fala de ‘eleição fraudulenta’ no Brasil e que gosta de Lula.

O ex-chanceler Celso Amorim, assessor de Lula para assuntos internacionais, criticou as falas do americano acerca do processo eleitoral do Brasil.

Ele [Trump] está mal informado. Declaração contraditória, depois diz que gosta do Lula. Quem tentou fraudar a eleição foi a Meta, obstruindo e restringindo as nossas colocações.

Só se ele está se referindo à Meta", afirmou Amorim ao g1.

Em números

  • O petista recebeu 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do senador, uma vantagem de 4,4 milhões de votos

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