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Irã fez ameaças contra a vida de caçula de Trump em vídeo na mídia estatal, diz Serviço Secreto

Em comunicado, o porta-voz do departamento disse que o vídeo está sob investigação, mas não quis dar detalhes.

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Irã fez ameaças contra a vida de caçula de Trump em vídeo na mídia estatal, diz Serviço Secreto

O Irã fez ameaças contra Barron Trump, o filho caçula do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um vídeo exibido por sua mídia estatal, afirma o Serviço Secreto dos EUA.

Em comunicado divulgado pela agência de notícias Associated Press nesta terça-feira (25), o porta-voz do departamento, Nate Herring, disse que o vídeo está sob investigação, mas não quis dar detalhes.

Desde o assassinato do aiatolá Ali Khamenei pelo governo americano, no primeiro dia de guerra contra o Irã, a mídia iraniana tem divulgado repetidamente conteúdo ameaçando o presidente e seus familiares.

Barron Trump tem 20 anos e é fruto do casamento de Trump com sua atual esposa e primeira-dama, Melania.

Trump fugiu após saber de ameaças contra sua vida.

Em julho, quando deixava a Turquia após um encontro da Otan, Trump supostamente foi alvo de uma tentativa de atentado.

No começo de agosto, um mês após o ocorrido, a imprensa americana revelou que, ao detectar a possível ameaça, uma operação foi montada pelo Serviço Secreto para que ele viajasse em segurança.

Um dia depois da reportagem, o presidente dos EUA confirmou que trocou secretamente de avião, disse que recebe ameaças com muita frequência e afirmou que não confia no Irã.

Sigo o Serviço Secreto e os militares. Eles queriam que eu pegasse outro voo, outro avião, com o mesmo nível de segurança. Mas eles queriam que eu fizesse isso, então fiz.

Segundo o jornal "The Washington Post", Trump embarcou no antigo Air Force One diante das câmeras no aeroporto de Ancara, mas foi transferido secretamente para um C-32A da Força Aérea dos Estados Unidos.

Para fazer a troca sem ser visto, o presidente foi escondido em um caminhão de transporte de alimentos que estava conectado ao Air Force One. O veículo deixou a aeronave presidencial e seguiu até o C-32A, estacionado nas proximidades.

O antigo Air Force One decolou depois com os jornalistas que acompanhavam o presidente e funcionários da Casa Branca.

Veículos de comunicação que tinham jornalistas a bordo do Air Force One criticaram o fato de a aeronave ter sido usada como uma espécie de isca, enquanto outros apontaram falta de transparência e de comunicação por parte da Casa Branca.

Os repórteres que estavam no avião relataram ainda que o Serviço Secreto determinou que as persianas das janelas fossem abaixadas durante a decolagem, uma orientação incomum fora de zonas de combate.

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