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EUA vão transmitir execução de ex-major por fuzilamento aprovada por Trump

Nidal Hasan matou 13 pessoas em ataque a tiros em 2009 e deve ser executado em dezembro

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Os Estados Unidos transmitirão ao vivo a execução por fuzilamento, a ser realizada pelo Exército em 3 de dezembro, de Nidal Hasan, que matou 13 pessoas em Fort Hood, no Texas, em 2009, durante um ataque a tiros.

Segundo uma autoridade do Pentágono ouvida pela Reuters, a medida seria inédita.

A execução do ex-major foi aprovada pelo presidente Donald Trump mediante recomendação do secretário de Defesa, Pete Hegseth, disse o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, na segunda-feira (5).

Parnell observou que Hasan gritou "Allahu Akbar" —"Deus é o maior", em árabe— durante o ataque, que matou 12 soldados da ativa desarmados e 1 militar aposentado, além de ferir outras 32 pessoas.

A morte por pelotão de fuzilamento foi uma das várias formas de pena capital que o governo Trump adicionou recentemente aos métodos permitidos para executar os crimes federais mais graves, juntamente com a eletrocussão e a asfixia por gás.

O número de opções para execuções federais foi ampliado, em parte, devido às dificuldades crescentes em obter substâncias para injeções letais —método que, por vezes, também se mostrou problemático de executar condenados por outros motivos.

Planos do estado do Tennessee para executar uma mulher pela primeira vez em mais de 200 anos fracassaram na semana passada, quando funcionários da prisão falharam na tentativa de administrar duas injeções letais, deixando a condenada, Christa Pike, viva, porém hospitalizada.

Seus advogados informaram na terça-feira que ela recuperou a consciência. "O prognóstico dela permanece incerto, mas esperamos, no mínimo, uma longa recuperação", disseram os advogados.

O ataque do ex-major ocorreu semanas antes de Hasan, hoje com 56 anos, ser enviado ao Afeganistão. Ele ficou parcialmente paralisado e confinado a uma cadeira de rodas após ser baleado pela polícia durante sua prisão.

Em números

  • E, que matou 12 soldados da ativa desarmados e 1 militar aposentado, além de ferir outras 32 pessoas

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