Ao todo, 19 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Fortaleza, Coreaú, Irauçuba e Itapajé.
- A Polícia Federal deflagrou a Operação Rastilho para investigar ilícitos eleitorais no Ceará.
- Foram cumpridos 19 mandados de busca e apreensão em Fortaleza e outras cidades cearenses.
- A apuração busca esclarecer suspeitas de pagamentos para obtenção de apoio político e eleitoral.
- A operação é um desdobramento da Operação Rastro, que apreendeu R$ 334 mil em dinheiro.
- Investigadores analisam a movimentação de mais de R$ 9,8 milhões e possível uso de entidade sindical.
- Agentes apreenderam R$ 120 mil em espécie, celulares e anotações durante as buscas deste sábado.
- As diligências visam coletar e preservar provas relacionadas à circulação e destinação de recursos.
A operação é realizada em conjunto com o Ministério Público Eleitoral e a Controladoria-Geral da União (CGU). As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Eleitoral a partir de representações apresentadas durante a investigação.
Segundo a PF, a apuração busca esclarecer suspeitas de pagamentos para obtenção de apoio político e eleitoral em diferentes municípios cearenses. Os investigadores também analisam os fluxos financeiros e as pessoas que possam estar envolvidas nas possíveis irregularidades.
Mais de R$ 9,8 milhões são investigados.
A PF também investiga a possível utilização da estrutura de uma entidade sindical nas práticas sob apuração.
Investigação continua após as buscas.
De acordo com a PF, as diligências foram realizadas antes do primeiro turno para coletar e preservar provas relacionadas aos fatos investigados, especialmente documentos e informações sobre a eventual circulação e destinação de recursos.
O material apreendido será submetido à análise. A investigação continua sob supervisão da Justiça Eleitoral e poderá apontar a participação de outras pessoas ou eventuais novos fatos.
A Operação Rastilho integra as ações da Polícia Federal voltadas à prevenção e repressão de possíveis crimes eleitorais durante as Eleições 2026 no Ceará.
Em números
- Mais de R$ 9,8 milhões são investigados
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