Campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro manifestaram-se ao TSE sobre a abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico. Apesar do acordo, a divulgação das informações depende de decisão judicial e persistem divergências sobre os procedimentos.
- Campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro manifestaram-se ao TSE sobre a abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico.
- Apesar do acordo, a divulgação das informações depende de decisão judicial e persistem divergências sobre os procedimentos.
- Lula aceitou as exigências do adversário e defendeu liberação total, imediata e simultânea dos dados antes do debate presidencial.
- A equipe jurídica de Flávio Bolsonaro pretende analisar a documentação de Lula antes de apresentar os dados do senador.
- Entre as exigências de Flávio estão informações de Lula desde 2003, incluindo familiares e cartões corporativos.
- Houve divergência sobre a inclusão da empresa Alcazar Holding na abertura dos sigilos, investigada pela Polícia Federal.
- A discussão sobre a divulgação dos sigilos começou em debate presidencial, com Lula propondo a medida e Flávio aceitando com condições.
- A possibilidade de os dados serem disponibilizados antes do segundo turno dependerá da decisão do TSE e do cumprimento dos procedimentos.
Lula aceitou as exigências do adversário e defendeu liberação total, imediata e simultânea dos dados antes do debate presidencial. A equipe jurídica de Flávio Bolsonaro pretende analisar a documentação de Lula antes de apresentar os dados do senador.
Entre as exigências de Flávio estão informações de Lula desde 2003, incluindo familiares e cartões corporativos. Houve divergência sobre a inclusão da empresa Alcazar Holding na abertura dos sigilos, investigada pela Polícia Federal.
A discussão sobre a divulgação dos sigilos começou em debate presidencial, com Lula propondo a medida e Flávio aceitando com condições. A possibilidade de os dados serem disponibilizados antes do segundo turno dependerá da decisão do TSE e do cumprimento dos procedimentos.
A abertura dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) avançou nesta quinta-feira (22), após as campanhas dos candidatos à Presidência apresentarem uma manifestação conjunta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Apesar do acordo anunciado, a divulgação das informações ainda depende de decisão judicial, enquanto persistem diferenças sobre os procedimentos e o momento de apresentação dos documentos.
A petição foi apresentada ao ministro André Mendonça e assinada por Lula e pela advogada de Flávio Bolsonaro, Maria Claudia Bucchianeri. No documento, as campanhas afirmam ter aceitado integralmente as condições propostas pelas duas partes e autorizado a abertura total dos respectivos sigilos, incluindo informações de familiares dos candidatos.
O coordenador da campanha de Lula, Camilo Santana, afirmou que o presidente aceitou as exigências apresentadas pelo adversário e defendeu que a liberação dos dados seja total, imediata e simultânea.
A solicitação é para que Mendonça analise o pedido ainda nesta quinta-feira, permitindo a divulgação das informações até as 22h, antes do debate presidencial previsto para sexta-feira (23), na TV Globo.
Campanhas divergem sobre condições para divulgação Apesar da manifestação conjunta, a equipe jurídica de Flávio Bolsonaro informou que pretende apresentar os dados do senador somente após analisar a documentação fornecida pela campanha de Lula.
Segundo Maria Claudia Bucchianeri, o objetivo é verificar se todas as informações solicitadas foram disponibilizadas antes de encaminhar os registros do candidato do PL.
Entre as exigências apresentadas pela defesa de Flávio estão informações bancárias, fiscais e telefônicas de Lula desde 2003, quando assumiu a Presidência pela primeira vez.
A campanha também solicitou registros relacionados a pessoas próximas ao presidente, cartões corporativos, visitas aos palácios presidenciais e informações sobre gastos e agendas oficiais.
O senador havia manifestado disposição para abrir seus próprios sigilos referentes aos últimos 20 anos. Outro ponto de divergência envolve a empresa Alcazar Holding, ligada ao advogado Willer Tomaz.
Segundo o presidente nacional do PT, Edinho Silva, houve resistência da campanha adversária à inclusão da empresa na abertura dos sigilos. A Polícia Federal apontou suspeitas sobre uma conta vinculada à companhia, na qual Flávio teria sido mencionado como "usuário master", e investiga a possibilidade de utilização para lavagem de dinheiro.
Edinho afirmou que a exigência de transparência sobre a empresa foi mantida pela campanha petista e que a condição acabou aceita. Segundo ele, caberá ao ministro André Mendonça avaliar a possibilidade de solicitar as informações relacionadas à companhia.
Acordo começou com desafio durante debate presidencial A discussão sobre a divulgação dos sigilos começou no debate realizado no domingo (18), quando Lula propôs abrir seus dados bancários, fiscais e telefônicos, além dos registros de familiares, desde que Flávio Bolsonaro adotasse a mesma medida.
Na quarta-feira (21), o senador apresentou uma petição ao TSE aceitando a proposta, mas estabeleceu condições para a divulgação das informações. Nesta quinta-feira, sua advogada voltou a afirmar que a campanha pretende entregar os documentos após verificar o material apresentado pelo presidente.
A campanha de Flávio também designou o senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) para analisar os registros encaminhados pela equipe de Lula. Ao comentar o procedimento, Dallagnol fez acusações sobre o patrimônio do presidente e afirmou que a análise deverá abranger informações financeiras de familiares e empresas relacionadas a eles.
Com o segundo turno marcado para domingo (25), a possibilidade de os dados serem disponibilizados ao público antes da votação dependerá da decisão do TSE e do cumprimento dos procedimentos pelas duas campanhas.
O pedido apresentado busca antecipar a divulgação para permitir o acesso às informações antes do próximo debate presidencial.
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0x Representantes da campanha de Lula chegam ao TSE nesta quinta-feira (22) para apresentar resposta sobre a abertura dos sigilos bancários, fiscais e telefônicos dos candidatos à Presidência.
Campanhas divergem sobre condições para divulgação.
Outro ponto de divergência envolve a empresa Alcazar Holding, ligada ao advogado Willer Tomaz. Segundo o presidente nacional do PT, Edinho Silva, houve resistência da campanha adversária à inclusão da empresa na abertura dos sigilos.
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