Durante toda a campanha eleitoral do 1º turno, os dois candidatos apareceram na dianteira das pesquisas de intenção de voto eram os mesmos que carregavam, de longe, os maiores índices de rejeição.
- Após citar desorganização, Lula coloca petistas do Nordeste no comando da campanha.
- Mauricio Moura: E o antipetismo chegou.
- Andréia Sadi: Campanha de Lula subestimou Flávio Bolsonaro e força do antipetismo.
- Renato Meirelles: Lula só ganha de Flávio; contra o antipetismo, perde de lavada.
A força do antipetismo e do antibolsonarismo ajudou a levar Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) ao 2º turno, mas agora os dois têm desafios diferentes. A primeira pesquisa Datafolha desta nova fase da eleição aponta Flávio com 52% dos votos válidos (49% dos totais), contra 48% (45% dos totais) de Lula.
Agora, a campanha do presidente busca reforçar a rejeição ao filho de Jair Bolsonaro para tentar uma virada, enquanto a do senador precisa consolidar a vantagem conquistada no último domingo (4).
Neste episódio, Natuza Nery recebe o cientista político Carlos Melo. Carlos explica o surgimento e a consolidação dos fenômenos do antipetismo e do antibolsonarismo e analisa o que os dois candidatos buscam fazer para reduzir suas rejeições e aumentar a do adversário.
Convidado: Carlos Melo, cientista político e professor do Insper.
O podcast . Na apresentação: Natuza Nery.
Antipetismo e antibolsonarismo serão testados no 2º turno.
Comentários
Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.
Carregando comentários…