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Polícia prende suspeito de envolvimento na morte de motorista de aplicativo em Piratininga

3 min de leitura
Polícia prende suspeito de envolvimento na morte de motorista de aplicativo em Piratininga

A Polícia Civil de Bauru (SP) prendeu no começo da madrugada desta sexta-feira (9) um homem de 23 anos suspeito de envolvimento no latrocínio da motorista de aplicativo Pâmela Letícia Nolastro Cunha, em Piratininga (SP).

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A mulher foi encontrada morta na tarde de quinta-feira (8) em uma estrada de terra nas proximidades do Museu do Café. O corpo dela tinha marcas de golpes de arma branca.

A investigação apontou que o homem de 23 anos, morador do Jardim Redentor, em Bauru, deixou o veículo roubado da vítima estacionado no mesmo bairro. O veículo foi periciado e encontrado com grande quantidade de sangue no banco do motorista, além de vestígios no teto.

Policiais da 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) localizaram o suspeito na casa da namorada, também no Jardim Redentor.

O homem teve a prisão temporária decretada pela polícia, que segue na investigação para saber se o suspeito foi quem matou Pâmela e encontrar outros possíveis suspeitos no crime.

Desapareceu um dia antes de ser encontrada morta.

A motorista de aplicativo Pâmela Cunha estava desaparecida desde quarta-feira (7), quando saiu de casa para trabalhar. Segundo a Polícia Civil, o corpo da vítima foi encontrado com marcas de violência.

A polícia prendeu nesta sexta-feira o último passageiro a realizar uma corrida com a motorista.

Corpo encontrado em área de mata em Piratininga é de motorista de aplicativo desaparecida.

A família de Pâmela registrou um boletim de ocorrência por desaparecimento logo após perder o contato com a jovem. Os parentes estranharam o fato de o telefone celular dela estar desligado e de o veículo ter sumido.

Mensagens ajudaram na localização do corpo.

Em entrevista à TV TEM, Stefânia Nolastro Cunha, irmã da vítima, relatou que o alerta sobre o paradeiro de Pâmela começou a surgir após o contato com outros motoristas.

De repente começamos a encontrar os amigos dela que também são Uber e começaram as pistas'", explicou Stefânia.

Stefânia explicou que a irmã saiu para trabalhar por volta das 6h de quarta-feira e manteve contato com parentes até por volta das 14h. Depois disso, a família perdeu a comunicação com a motorista.

Ao perceberem que ela não havia retornado para casa, os parentes foram à delegacia na manhã de quinta-feira para registrar o boletim de ocorrência de desaparecimento, até então sem pistas da localização dela.

Em um print da conversa, Pâmela relatou que estava havia dez minutos com um passageiro no Museu do Café e que ele enfrentava dificuldades para pagar a corrida, além de ter pendências.

A motorista também enviou a localização exata de onde estava.

Na conversa, Pâmela escreveu em sua última mensagem: "vim parar aqui no museu do café em Piratininga. Já faz 10 minutos que tô aqui com o cara. E ele diz que não consegue entrar no banco.

VÍDEOS: assista às reportagens da região.

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