Veja nossas notícias com mais destaque nas suas buscas.
- Dario Durigan criticou a reação do mercado ao resultado eleitoral, baseada em propostas econômicas de Flávio Bolsonaro.
- O ministro da Fazenda apontou que o corte de R$ 200 bilhões proposto pelo candidato comprometeria políticas públicas.
- Durigan comparou a proposta de Bolsonaro ao modelo econômico de Javier Milei na Argentina, alertando para impacto na população de menor renda.
- O ministro também contestou a posição da campanha de Flávio sobre a reforma tributária do consumo.
- Durigan defendeu a reforma tributária como um mecanismo para elevar a produtividade do país.
- O ministro afirmou que não há risco de calote da dívida brasileira, destacando que a maior parte é doméstica.
O candidato terminou a primeira etapa da disputa à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Durigan também associou a proposta ao modelo econômico adotado por Javier Milei na Argentina e afirmou que uma política voltada apenas à redução da relação entre dívida e Produto Interno Bruto pode atingir principalmente a população de menor renda.
Reforma tributária entra no centro das críticas.
Outro ponto contestado pelo ministro foi a posição da campanha de Flávio sobre a reforma tributária do consumo. Durigan criticou a possibilidade de suspensão ou alteração de mecanismos já aprovados e afirmou que manter o sistema atual significaria preservar um modelo tributário que considera pouco eficiente.
Nesta semana, a coordenadora econômica da campanha de Flávio, Daniella Marques, afirmou que um eventual governo pretende acabar com o split payment, mecanismo previsto na reforma que faz o recolhimento automático de impostos no momento da compra de um produto ou serviço.
Flávio também tem defendido mudanças na reforma, mas ainda não detalhou todas as alterações pretendidas.
Durigan afirmou que a reforma foi construída após anos de discussão no Congresso e avaliou que o novo sistema pode elevar a produtividade do país.
Nesta quinta-feira, Flávio também negou que pretenda alterar a regra de reajuste das aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada para reduzir despesas caso seja eleito.
Ministro defende gestão da dívida pública.
Ao tratar da dívida brasileira, Durigan afirmou que não vê risco de calote e destacou que a maior parte do endividamento é doméstica. Segundo ele, o governo consegue renovar os títulos com tranquilidade, embora seja necessário continuar buscando redução dos juros e do endividamento público.
O ministro defendeu ainda que a campanha de Lula apresente de forma clara sua estratégia econômica ao mercado, com foco em responsabilidade fiscal, capacidade de execução e articulação política.
Comentários
Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.
Carregando comentários…