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Corumbá - MS | Sábado, 31 de outubro de 2026 | 16:06

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Política

Trump posta imagem com Groenlândia como um porta-aviões dos EUA

Ilha é considerada estratégica para a segurança norte-americana e foi alvo de negociações entre Washington, Copenhague e Nuuk. Leia no Poder360.

2 min de leitura
Trump posta imagem com Groenlândia como um porta-aviões dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), publicou neste sábado (31.out. 2026), em sua rede social Truth Social, uma imagem que representa a Groenlândia como um porta-aviões norte-americano.

Ilha é considerada estratégica para a segurança norte-americana e foi alvo de negociações.

A montagem mostra a bandeira dos Estados Unidos sobre uma estrutura militar no território e traz a frase “Welcome to Greenland” (“bem-vindos à Groenlândia”).

A publicação foi feita uma semana depois de Trump afirmar que os Estados Unidos ficaram com a Groenlândia e a Venezuela “de graça”.

Em 24 de outubro, durante um comício em Perry, no Estado da Geórgia, Trump declarou que os EUA ficaram com os 2 territórios. “Eles nos deram a Groenlândia. Vocês sabem disso.

Vocês não leem sobre isso”, afirmou. Em seguida, disse: “O que vocês preferem? Venezuela ou Groenlândia? As duas. Ficamos com as duas. De graça”.

Na ocasião, o presidente norte-americano classificou o acordo de segurança envolvendo a ilha como o “maior negócio imobiliário da história”.

Em 22 de setembro de 2026, Estados Unidos, Dinamarca e Groenlândia assinaram um acordo de segurança que amplia as possibilidades de atuação militar norte-americana na ilha.

O documento atualiza o tratado de defesa firmado em 1951 e estabelece novas atividades militares dos Estados Unidos no território. Leia a íntegra do acordo (PDF, em inglês – 180 kB).

O documento não transfere a soberania da Groenlândia para os EUA. A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, disse que o acordo não compromete a soberania dinamarquesa sobre a ilha nem o direito de autodeterminação de sua população.

Trump apresentou o entendimento como um acordo permanente e sem custos para os cofres norte-americanos.

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