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Confederação tem US$ 14 milhões retidos no Ueno Bank e afirma que manterá pagamentos aos finalistas da Libertadores e da Sul-Americana.
Esses pagamentos se somam às quantias acumuladas pelos clubes nas etapas anteriores dos torneios.
O Banco Central do Paraguai decidiu iniciar o procedimento de resolução do Ueno em 2 de novembro e anunciou a medida no dia seguinte. Segundo o órgão, o índice de solvência da instituição ficou abaixo da metade do mínimo exigido, indicando insuficiência de capital diante dos riscos de suas operações.
O procedimento projeta a atuação de interventores para verificar o patrimônio do banco, preservar seus ativos e conduzir as medidas de proteção aos depositantes.
O bloqueio dos serviços deixou clientes sem acesso às contas e provocou manifestações.
A repercussão também alcançou o governo paraguaio. Na 5ª feira (5.nov), Santiago Peña apresentou sua renúncia à Presidência depois de perder apoio dentro do Partido Colorado.
O presidente do Banco Central também deixou o cargo.
O Ueno mantinha vínculos comerciais com diferentes instituições esportivas. Em 2024, a Conmebol anunciou o banco como patrocinador oficial da Sul-Americana, em acordo projetado para terminar em dezembro de 2026.
O relatório anual de 2024 do banco também registra parcerias com Olimpia e Cerro Porteño, além dos direitos de associar sua marca ao nome do estádio Defensores del Chaco, em Assunção.
Na 4ª feira (4.nov), a APF (Associação Paraguaia de Futebol) divulgou um comunicado de solidariedade aos afetados e afirmou que as competições nacionais continuarão normalmente.
Em números
- Confederação tem US$ 14 milhões retidos no Ueno Bank e afirma que manterá pagamen
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