Os números integram o Painel de Solvência da Anresf, agência responsável pela fiscalização do fair play financeiro da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). O levantamento considera os balanços encerrados em 31 de dezembro de 2025.
Equipes das Séries A e B acumulam R$ 19,99 bilhões; revisão do cálculo coloca Corinthians em 2º e exclui receitas antecipadas.
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Pela metodologia atual, entram na conta obrigações de curto e longo prazo, inclusive valores que ainda não venceram.
O painel também acompanha salários, transferências e impostos vencidos. Na Série A, Bahia, Chapecoense, Flamengo, Mirassol, Palmeiras e Red Bull Bragantino foram os únicos a declarar ausência de pagamentos atrasados no levantamento referente a 30 de junho de 2026.
A agência distingue o endividamento total das parcelas vencidas. Obrigações renegociadas, com os novos pagamentos em dia, ou discutidas na Justiça não são consideradas atrasos segundo as regras do sistema.
Atlético-MG, Grêmio, Internacional e São Paulo receberam prazo de 45 dias para regularizar determinadas dívidas de 2026 com outros clubes, mediante pagamento ou acordo, sob risco de transfer ban, que impede o registro de jogadores.
Como noticiou o Poder360, as pendências do Atlético envolvem Bahia e Santos.
O período de adaptação para dívidas anteriores a 2026 termina em 30 de novembro, data da próxima autodeclaração.
Em números
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