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Polícia

Carpinteiro é preso suspeito de colocar fogo em ônibus após briga com esposa

Carpinteiro de 45 anos, identificado como Raifi dos Santos Ribeiro, foi preso em flagrante pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) na noite desta segunda-feira...

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Polícia — imagem padrão

Homem de 45 anos viajava de Três Lagoas para Campo Grande junto com mais 12 passageiros e o motorista.

O carpinteiro Raifi dos Santos Ribeiro, de 45 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal na segunda-feira, suspeito de incendiar um ônibus na BR-262, em Água Clara, a 193 quilômetros de Campo Grande.

O veículo seguia de Três Lagoas com 13 passageiros. Ele ateou fogo no banheiro, mas ninguém se feriu. Ele fugiu a pé, mas foi localizado e reconhecido pelas testemunhas.

Preso por incêndio em transporte coletivo, ficou em silêncio e segue à disposição da Justiça.

De acordo com o boletim de ocorrência e os depoimentos prestados à Polícia Civil, o suspeito embarcou na Rodoviária de Três Lagoas visivelmente alterado e com sinais de embriaguez.

No momento em que entrou no veículo, ele chegou a declarar ao motorista e aos demais passageiros que havia brigado com a companheira e que "colocaria fogo no ônibus.

Durante o percurso, por volta das 20h15, o suspeito foi ao banheiro do veículo. Logo em seguida, passageiros sentiram um forte cheiro de fumaça vindo do compartimento.

Ao abrir a porta, constataram que rolos de papel higiênico e o interior do local já estavam tomados pelas chamas.

O motorista do ônibus encostou o veículo no acostamento da rodovia em segurança e desligou o motor. Todos os ocupantes desembarcaram imediatamente e ninguém ficou ferido.

Ao perceber que havia sido identificado pelas testemunhas como o autor do incêndio, o acusado fugiu a pé pelas margens da rodovia. A PRF foi acionada e iniciou patrulhamento na região.

Pouco depois, no KM 123 da BR-262, a equipe localizou Raifi caminhando com as mesmas roupas descritas pelas testemunhas, casaco preto e boné branco no bolso.

Quando foi abordado, o homem confirmou que era passageiro do ônibus e foi prontamente reconhecido pelas vítimas e pelo motorista. Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Água Clara, onde o delegado José Luciano Taldivo ratificou a prisão em flagrante pelo crime de incêndio em transporte coletivo.

Raifi optou por ficar em silêncio durante o depoimento. Por se tratar de crime com pena superior a quatro anos, não coube fiança na esfera policial, e o preso permanece à disposição da Justiça.

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