Segundo a empresa, o recuo anual reflete um lucro antes de imposto (EBT) ajustado menor e uma taxa efetiva de imposto que avançou para 16,4%, ante 15% um ano antes.
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O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) consolidado foi de 21,6%, aumento de 0,9 ponto porcentual na comparação anual e de 3 pontos porcentuais no comparativo trimestral.
Segundo a companhia, a melhora deriva das iniciativas tomadas para reduzir o churn, ou seja, a taxa de cancelamento das maquininhas, que havia avançado no final de 2025.
Os avanços têm sido concentrados na marca Ton e a empresa diz trabalhar para estendê-los mais firmemente para a marca Stone.
A base de clientes ativos da empresa atingiu 4,8 milhões no trimestre, aumento de 6,4% na comparação anual.
- A base de clientes ativos da empresa atingiu 4,8 milhões no trimestre, aumento de 6,4% na comparação anual.
- Stone tem lucro líquido ajustado de R$ 583 milhões no 2º tri, queda anual de 2,6%.
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