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Negócios

Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta terça

Acompanhe o que movimenta a bolsa, ações, dólar, juros e commodities nos negócios do pregão desta terça-feira (29).

9 min de leitura
Negócios — imagem padrão

Companhias de baixo risco oferecem taxas acima das do Tesouro americano para quem quer diversificar no exterior, mas investidor deve avaliar riscos.

Índices futuros operam estáveis, de olho nas negociações entre EUA e Irã.

Um porta-voz da Guarda Revolucionária Iraniana chamou nesta terça-feira o presidente dos EUA, Donald Trump, de “grande mentiroso”, acusando-o de ocultar a verdade dos norte-americanos sobre o programa nuclear do Irã e a eficácia do bloqueio imposto pelo Irã ao abastecimento de energia proveniente do Golfo.

Entre as razões para declarar guerra ao Irã, Trump citou a necessidade de garantir que o país nunca seja capaz de fabricar uma arma nuclear. “O inimigo (os EUA) sabe que o Irã não está atrás de armas nucleares”, disse Hossein Mohebbi.

Presidente da Corte eleitoral reage após Flávio Dino derrubar decisão de André Mendonça sobre publicações envolvendo Flávio Bolsonaro.

Os preços da energia continuam sendo um fator fundamental para o Banco Central Europeu na decisão sobre seus próximos passos, afirmou o membro do BCE Peter Kazimir nesta terça-feira, sem comentar como votará sobre as taxas de juros nas próximas reuniões.

Kazimir afirmou que o aumento da taxa de juros pelo BCE neste mês foi inevitável devido ao choque de energia e que os preços elevados da energia estão se prolongando mais do que o previsto.

Ele disse que o banco tem tempo para ser flexível e acrescentou que os dados de reajuste de preços de janeiro serão fundamentais para que ele possa avaliar o impacto dos efeitos secundários do aumento dos preços da energia sobre a inflação.

A Estônia disse nesta terça-feira que concluiu que um incêndio em agosto na empresa de defesa estoniana Milrem Robotics — fornecedora de veículos terrestres não tripulados para a Ucrânia — foi causado por um ataque incendiário encomendado pelos serviços de segurança russos.

O primeiro-ministro Kristen Michal afirmou que a conclusão se baseou em informações coletadas pelo Serviço de Segurança Interna da Estônia, o KAPO. O Kremlin negou a alegação de que a Rússia estivesse por trás do ataque, classificando as acusações como infundadas e dizendo que não as levaria a sério.

A Estônia não divulgou suas evidências no caso, citando a confidencialidade dos serviços de segurança, mas disse que o incidente era consistente com outras sabotagens realizadas em nome da Rússia na Europa.

update 8h17 UE conclui que produções de frango e mel do Brasil atendem requisitos para exportação Relatório, porém, ainda não significa que o Brasil poderá voltar a exportar os dois produtos ao bloco.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu, no final da noite da segunda-feira, 28, a decisão do ministro Flávio Dino que derrubava a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a ordem de remoção das publicações com a falsa informação de que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil caso seja eleito.

Fux também determinou o restabelecimento das publicações que haviam sido retiradas com base na decisão de Dino e estabeleceu prazo de 24 horas para que X, Meta, TikTok e Google cumpram a nova decisão.

Ainda segundo Fux, a medida é provisória e não encerra a discussão de mérito. Para ele, a suspensão é necessária diante da proximidade das eleições e do risco de que decisões sucessivas sobre o mesmo conteúdo produzam efeitos antes da análise definitiva do caso pelo colegiado.

A decisão vem após recurso apresentado pelo candidato à Presidência da República pelo PL. Além de solicitar a suspensão dos efeitos da medida tomada por Dino no último domingo, Flávio pediu para o caso ser submetido ao plenário da Corte.

Os preços do petróleo recuam, revertendo os ganhos de ontem, à medida que aumentam as preocupações com a possibilidade do conflito no Oriente Médio se prolongar, mesmo com relatos de que esforços para reduzir as tensões estão em andamento.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa pela terceira sessão consecutiva, pressionadas pelo aumento das chegadas aos portos e pela demanda persistentemente fraca por aço, à medida que o mercado se aproxima do feriado do Dia Nacional da China.

A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que deixou claro ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, durante uma ligação telefônica na semana passada, que a primeira-ministra Sanae Takaichi não é uma reflacionista.

Ela acrescentou que manterá uma comunicação estreita com o Tesouro dos EUA e continuará trabalhando com Washington para garantir a estabilidade dos mercados cambiais.

Os comentários de Katayama refletem os esforços do governo Takaichi para dissipar as especulações do mercado de que a primeira-ministra seria favorável a políticas reflacionistas, enquanto ela busca o que descreve como uma agenda fiscal “responsável e proativa”.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam sem direção única, com os investidores avaliando a contínua alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA em meio a preocupações de que a inflação persistente possa levar a novos aumentos das taxas de juros pelo Federal Reserve dos EUA.

STOXX 600: +0,57%DAX (Alemanha): +0,61%FTSE 100 (Reino Unido): +0,37%CAC 40 (França): +0,21%FTSE MIB (Itália): +0,78% update 8h04 EUA: índices futuros operam estáveis Os índices futuros de Nova York operam próximos da estabilidade nesta terça-feira (29), em uma sessão marcada pela expectativa dos investidores com novos eventos relacionados à inteligência artificial, pelos primeiros indicadores do mercado de trabalho dos Estados Unidos na semana e pela continuidade das incertezas no Oriente Médio.

No radar está o almoço entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e executivos do setor de inteligência artificial, incluindo o CEO da Nvidia, Jensen Huang, e o chefe da Anthropic, Dario Amodei.

O encontro deve abordar os riscos associados ao avanço da tecnologia e seus impactos para a economia e os mercados. A agenda econômica também ganha força nesta terça, com a divulgação do relatório de vagas de emprego de agosto, um dos primeiros indicadores de trabalho da semana.

Os investidores ainda acompanham os discursos de seis dirigentes do Federal Reserve em busca de sinais sobre os próximos passos da política monetária.

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) do FGV IBRE caiu 2,9 pontos em setembro, para 81,3 pontos, alcançando o menor patamar desde março de 2021 (74,3 pontos).

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) do FGV IBRE recuou 0,9 ponto em setembro, para 88,1 pontos. Na média móvel trimestral, o índice volta a estar em tendência descendente, com queda de 0,9 ponto, para 88,3 pontos.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 1,57% em setembro. No mês de agosto, a taxa havia sido de ‑0,22%. Com este resultado, o índice acumula alta de 3,45% no ano e de 3,34% em 12 meses.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) permanecem em empate técnico nas intenções de voto em um eventual segundo turno da eleição presidencial, com leve avanço de Flávio, mostrou a pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta terça-feira.

De acordo com a apuração, Flávio obteria 47,7% dos votos no segundo turno, ante 47,4% da pesquisa anterior, enquanto Lula teria 47,6%, ante 47,7%. A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto percentual para mais ou para menos, o que configura empate técnico entre os candidatos.

O percentual de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou anular o voto foi de 4,8%. Em um cenário de primeiro turno, Lula lidera as intenções de voto com 45,3%, seguido por Flávio, que somou 42,2%.

A seguir aparece Renan Santos (Missão), com 5,2%, enquanto os demais candidatos têm 2% ou menos.

Uma nova pesquisa eleitoral sobre a eleição presidencial do próximo domingo e uma renovada alta nos preços internacionais do petróleo, assim como suas consequências sobre os mercados de ações, devem dar o tom aos mercados nesta terça-feira.

No exterior, os preços do petróleo subiam e os rendimentos dos títulos permaneciam próximos de máximas de vários anos nesta terça-feira, deixando as ações em uma posição delicada, enquanto os investidores se preparam para uma era em que os custos de empréstimos de curto prazo se estabilizam nos níveis mais altos em anos.

O conflito no Oriente Médio, que já dura sete meses, tem sido uma das principais razões para os investidores revisarem suas expectativas para inflação e juros, enquanto o aumento da dívida pública, competindo com a forte emissão de títulos por empresas globais de inteligência artificial, também tem impulsionado os rendimentos dos títulos.

Setembro caminha para registrar uma das maiores vendas de títulos dos últimos tempos nas economias europeias mais endividadas e nos Estados Unidos. Dados de inflação e emprego dos Estados Unidos, que serão divulgados nesta semana, serão determinantes para a trajetória futura dos juros do Federal Reserve.

Os investidores atribuem uma probabilidade de 72% a uma alta de pelo menos 25 pontos-base na reunião de outubro, segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group. (Reuters).

Investidores em Wall Street se frustraram com a resposta negativa do presidente dos EUA, Donald Trump, à proposta do Irã de negociação que levaria à reabertura do Estreito de Ormuz.

Com isso, os preços do petróleo sobem com amplitude. Os rendimentos do Tesouro dos EUA também avançaram com velocidade. “A rápida alta nos rendimentos dos títulos do governo com vencimento em 2 anos sinaliza, em todo o mundo, que os principais bancos centrais precisam elevar ainda mais suas taxas de juros em resposta ao impacto inflacionário dos preços do petróleo, que permaneceram altos por um período prolongado devido à recente escalada da guerra no Oriente Médio”, escreveu Ed Yardeni, presidente da Yardeni Research, em uma nota republicada pela CNBC.

O dólar comercial voltou a subir diante ao real, após baixa de sexta-feira (25). O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,23%, aos 101,20 pontos.

Em números

  • STOXX 600: +0,57%DAX (Alemanha): +0,61%FTSE 100 (Reino Unido): +0,3
  • 7%CAC 40 (França): +0,21%FTSE MIB (Itália): +0,78% update 8h04 EUA: índices

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