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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Confira o que movimenta Bolsa, Dólar e Juros nesta quinta

Acompanhe o que movimenta a bolsa, ações, dólar, juros e commodities nos negócios do pregão desta quinta-feira (08).

5 min de leitura
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Suzano, Embraer e Vale lideraram perdas enquanto Ibovespa disparava; real forte explica boa parte do movimento, mas analistas recomendam separar rotação de oportunidade.

Índices futuros dos EUA recuam com forte alta do petróleo.

O principal desafio à expansão da BYD é a geopolítica, afirmou Stella Li, vice-presidente executiva da BYD, nesta quinta-feira, meses depois que o presidente da empresa chinesa declarou que a meta é se tornar a maior montadora do mundo em cinco anos.

Li disse que a empresa decidiu não vender carros de passeio nos EUA por enquanto, apesar de já estar presente no país há “muito tempo”, pois a situação é “complicada”.

A Taiwan Semiconductor Manufacturing Co (TSMC) é uma importante fornecedora de empresas como a Nvidia e a Apple.

Segundo fontes da NBC News, o presidente Donald Trump e sua equipe de segurança nacional discutiram cenários que incluem uma nova ofensiva militar contra o Irã.

update 8h15 Corte de gastos é solução temporária para problema fiscal, diz cotado para assumir Fazenda sob Flávio Bolsonaro O economista Marcelo Kayath, um dos cotados para assumir o Ministério da Fazenda em um eventual governo Flávio Bolsonaro (PL), defendeu nesta quarta-feira que o problema fiscal do Brasil não vai ser resolvido apenas com corte de gastos e afirmou que essa “parada de arrumação” é algo temporário para o país voltar a crescer.

Kayath destacou que essa ação poderá levar daqui a um a três anos o país, dependendo das condições, a começar a crescer de 3% a 4%. “Aí sim vamos ter solução mais permanente para nosso problema fiscal”, frisou.

Na entrevista, o economista e ex-diretor do Credit Suisse ressaltou ainda que só cortar não vai resolver o problema. Ao dizer que é algo temporário, ele fez uma analogia com ir ao dentista, afirmando que ninguém gosta, é chato, mas depois vai trazer prosperidade, oportunidade, emprego e renda.

O petróleo sobe forte nesta quinta-feira, com as preocupações em torno do Oriente Médio mantendo os mercados em alerta, após relatos de que os Estados Unidos estariam avaliando a realização de operações militares de grande escala contra o Irã nas próximas semanas.

Na Ásia, o índice Nikkei 225, do Japão, fechou em queda de 1,42%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 2,62%. Na Austrália, o índice de referência S&P/ASX 200 perdeu 0,77%, enquanto o CSI 300, da China continental, caiu 1,09%.

O índice chinês reabriu com forte queda após uma semana de feriados (a Semana Dourada), um dos mais importantes para a região. Os rendimentos mais elevados dos títulos têm reduzido o apetite dos investidores por ações nas últimas semanas, especialmente nos segmentos mais sensíveis ao aumento dos custos de financiamento.

O setor industrial, por exemplo, é o de pior desempenho acumulado nesta semana, refletindo as preocupações do mercado com juros elevados por um período mais prolongado.

Na Europa, as bolsas abriram em baixa nesta quarta-feira. Pouco após a abertura dos negócios, o índice pan-europeu Stoxx 600 recuava 0,4%, refletindo o aumento da cautela dos investidores diante da alta dos preços do petróleo, dos rendimentos dos títulos públicos e das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Os futuros do S&P 500 operam em queda após o índice recuar na sessão anterior, após recorde na semana. A alta dos preços do petróleo provocou uma nova rodada de vendas de títulos e ações, já que nem mesmo um lucro recorde da fabricante de chips Samsung Electronics Co.

Os rendimentos dos títulos soberanos também subiram, com o yield do Treasury de 10 anos avançando quatro pontos-base, para 5,32%. Já o prêmio dos títulos franceses de 10 anos em relação aos equivalentes alemães aumentou para 140 pontos-base.

A primeira pesquisa Datafolha sobre o segundo turno da eleição presidencial entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve concentrar as atenções dos investidores nesta quinta-feira, dia marcado no exterior por uma queda nos principais índices de ações em meio ao agravamento das tensões nos mercados de títulos soberanos com a disparada nos preços do petróleo e do gás e relatos de que algumas grandes empresas de tecnologia buscavam captar bilhões em dívidas, competindo diretamente por financiamentos limitados.

Na corrida eleitoral, o Datafolha divulga sua primeira pesquisa sobre o segundo turno da eleição após o primeiro turno do pleito no último domingo, no qual Flávio Bolsonaro terminou à frente de Lula, em um resultado não previsto pelos levantamentos dos principais institutos, o que levou a um rali nas ações brasileiras e a uma queda do dólar no início da semana, embora posteriormente parte dos ganhos e da queda da divisa norte-americana tenha sido revertida nos dias seguintes.

Os preços do petróleo subiam e pesavam no sentimento dos mercados no exterior em meio a ataques a navios no Golfo Pérsico, o que aumentava as tensões nos mercados de títulos e levava as ações europeias próximas a seus menores patamares em três meses.

O dólar comercial voltou a subir diante ao real, após três baixas seguidas. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,44%, aos 102,28 pontos.

NegóciosDia (%)BBDC4116. 400-3,68B3SA386. 579-1,54ITUB483. 050-2,66BPAC1179. 571-2,52PETR476. 2460,95 update 7h45 Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,74%, aos 204.

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