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Dólar opera em queda, de olho em novos dados de emprego dos EUA; Ibovespa cai

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Dólar opera em queda, de olho em novos dados de emprego dos EUA; Ibovespa cai

Dólar opera em queda, de olho em novos dados de emprego dos EUA; Ibovespa cai

▶️ Os novos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos são o principal destaque da sessão. O payroll, principal relatório de emprego americano, indicou que a economia do país registrou uma perda inesperada de vagas fora do setor agrícola em julho, com o fechamento de 23 mil postos.

Os dados levantam dúvidas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), uma vez que os dados de emprego mais fracos do que o esperado podem reforçar a perspectiva de que a instituição mantenha os juros inalterados por mais tempo.

▶️ No exterior, o conflito no Oriente Médio segue no radar. Apesar das indicações recentes sobre as negociações entre os EUA e o Irã, a notícia de que o parlamento iraniano estuda proibir a entrada de embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis volta a trazer preocupações sobre o Estreito de Ormuz, importante rota marítima da região.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

Acumulado da semana: +1,15%;Acumulado do mês: +1,15%;Acumulado do ano: -6,57%.

Apesar das indicações recentes de que os EUA e o Irã caminham para um acordo nos próximos dias, notícias circularam pelo mercado afirmando que o parlamento iraniano estuda um plano para impedir que embarcações americanas, israelenses e de outros países considerados hostis, passem pelo Estreito de Ormuz.

O canal é uma das mais importantes via marítima da região, por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global de petróleo.

A indicação aumenta a percepção de que a reabertura total do Estreito deve ser adiada e aumenta as preocupações com a oferta global de petróleo e uma eventual crise de energia.

Segundo a Reuters informou nesta semana, o Irã quer ter "controle total" sobre o tráfego de entrada de navios comerciais no Estreito de Ormuz e poder para intervir quando julgar necessário. Os EUA não haviam se pronunciado publicamente sobre o plano iraniano.

Nos Estados Unidos, os sinais de que o Fed pode manter os juros inalterados em vez de aumentá-los em sua próxima reunião trazia um dia positivo para os índices de Wall Street.

Perto das 11h45, o Dow Jones subia 0,21%, enquanto o S&P 500 tinha alta de 0,58% e o Nasdaq Composite avançava 0,92%.

A percepção sobre os juros dos EUA também ajudava a impulsionar as bolsas europeias, que operavam em alta generalizada nesta sexta-feira.

No mesmo horário, o índice DAX, da Alemanha, tinha alta de 0,92% e o CAC-40, da França, subia 0,35%. O FTSE 100, do Reino Unido, tinha ganhos de 0,49%.

Na Ásia, as ações da China fecharam em alta nesta sexta-feira, à medida que dados comerciais melhores do que o esperado na região ajudaram a recuperar o otimismo do mercado.

O CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzen, avançou 0,9%, enquanto o índice de Xangai, o SSEC, teve alta de 1%. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,5% e o Nikkei, do Japão, perdeu 0,12%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 0,6%.

*Com informações da agência de notícias Reuters.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Economia, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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