Nesta quinta-feira (1º), quando é celebrado o Dia Nacional do Idoso, o g1 mostra quais são os 10 melhores países para se aposentar em 2026, segundo um estudo da Global Citizen Solutions.
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🔎 O Brasil não aparece no ranking principal, mas se destaca em outro critério: ocupa o 3º lugar no mundo entre os destinos para quem busca um segundo passaporte.
Em primeiro lugar, o Uruguai foi escolhido como o melhor lugar para se aposentar. O país aparece à frente de Ilhas Maurício, Espanha, Costa Rica e Portugal, que completam os cinco primeiros colocados.
O ranking compara 46 programas de visto voltados a aposentados e pessoas com renda passiva — ou seja, quem recebe dinheiro de fontes como aposentadoria, investimentos ou aluguéis, sem necessariamente trabalhar no país.
Além de analisar quanto é preciso comprovar de renda para obter a residência, o estudo considera fatores como.
Veja abaixo os 10 primeiros colocados.
O Uruguai ocupa a primeira posição por apresentar, segundo o estudo, um desempenho consistente nos cinco critérios analisados. O país é um dos dois do ranking que alcançam pelo menos 75 pontos em todos os cinco pilares considerados pela pesquisa.
O relatório também destaca a possibilidade de cidadania depois de 3 a 5 anos, desde que sejam cumpridas as condições previstas, e a possibilidade de manter a nacionalidade de origem.
Outro ponto citado é o chamado Tax Holiday 2. 0, que prevê isenção de imposto sobre capitais estrangeiros por 10 anos.
Ilhas Maurício aparece em segundo lugar e se destaca principalmente pelas regras tributárias. O país utiliza um sistema territorial, que, segundo o estudo, não tributa pensões ou rendimentos estrangeiros.
Também não há cobrança de impostos sobre patrimônio ou herança.
O programa também permite incluir uma ampla quantidade de familiares, como cônjuge, filhos de até 24 anos e pais.
A Espanha se destaca nos critérios de qualidade de vida e mobilidade. O relatório cita a infraestrutura do país, a força do passaporte e uma expectativa de vida de 84 anos.
O processo é estimado em quatro a oito meses. Por outro lado, o estudo aponta que é necessário planejamento tributário, já que o país possui tributação progressiva sobre a renda global.
A Costa Rica combina, segundo o relatório, baixo custo de entrada e regras tributárias favoráveis.
O estudo também destaca o sistema tributário territorial do país, que isenta aposentadorias estrangeiras de impostos, além de não cobrar impostos sobre patrimônio ou herança.
A residência pode levar à naturalização depois de sete anos.
Portugal aparece em quinto lugar com o visto D7, voltado a pessoas que possuem renda própria.
O programa aceita diferentes tipos de renda passiva, como pensões, dividendos e aluguéis.
O relatório destaca ainda a qualidade de vida, a segurança e a possibilidade de circulação pelo espaço Schengen. Entre os pontos de atenção citados pelo estudo estão os prazos burocráticos para emissão do visto.
O Paraguai aparece como uma das alternativas de menor custo entre os 10 primeiros.
O país também utiliza um sistema tributário territorial e, de acordo com o relatório, não cobra imposto sobre receitas de fonte estrangeira.
O Paraguai ainda lidera a classificação específica de "Budget Retiree", que considera a combinação entre custo de entrada e eficiência tributária.
A Letônia aparece em sétimo lugar e é apresentada pelo estudo como uma das rotas mais rápidas para aposentados na Europa.
O programa é direcionado a pessoas com 65 anos ou mais que sejam de países isentos de visto.
A residência também permite circulação pelo Espaço Schengen, a zona livre que reúne 29 países europeus.
Andorra aparece entre os 10 primeiros, mas tem um requisito financeiro significativamente maior que os demais países.
Por isso, o programa é apresentado pelo relatório como uma alternativa voltada a pessoas com patrimônio elevado. O estudo destaca ainda a segurança e a qualidade de vida do país e regras tributárias que incluem imposto de renda de no máximo 10%.
A Itália ocupa a nona posição e combina os critérios relacionados à vida na Europa com regras de mobilidade e cidadania.
O relatório também destaca a possibilidade de dupla cidadania e regimes fiscais específicos. Entre eles está uma alíquota fixa de 7% sobre rendimentos estrangeiros para aposentados que se mudem para pequenas comunas no sul do país.
Segundo o estudo, a Grécia alcança a pontuação máxima no critério de Mobilidade e Cidadania. O país permite dupla cidadania e o caminho para naturalização é de sete anos.
O relatório também destaca um regime tributário especial que estabelece uma taxa fixa de 7% sobre rendas e pensões estrangeiras por até 15 anos.
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