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US judge approves settlement allowing Paramount to acquire Warner Bros

Mammoth deal has raised questions about corporate consolidation and editorial independence in media.

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Trump, Netanyahu e a questão do Irã.

  1. How Iran war fallout may shape US elections.
  2. list 2 of 3Twelve US states sue Paramount to block Warner Bros merger.
  3. list 3 of 3US broadcaster CBS fires 60 Minutes’s Scott Pelley after clash with bosses.
  4. Al Jazeera Centre for Public Liberties & Human Rights.
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lista 1 de 3 Paramount se acorda com estados dos EUA, sindicato vence aquisição da Warner Bros.

Na quarta-feira, a juíza do Tribunal Distrital dos EUA, Araceli Martinez-Olguin, aprovou um acordo entre a Paramount, a Warner Bros e um grupo de 12 estados que haviam processado para bloquear a fusão.

In her ruling, Martinez-Olguin described the proposed deal as a “fair, reasonable, and good faith approach to address the competitive harms”.

Analistas há muito levantam preocupações sobre a aquisição, uma das maiores fusões de mídia da história.

The coalition of states that sued to block the deal, led by California, had argued that combining Paramount with Warner Bros would effectively stifle media competition.

Eles estimaram que quase um terço de todos os lançamentos cinematográficos e da programação de cabo básico seria consolidado sob a fusão.

But the states abandoned their lawsuit in favour of a settlement on September 21.

The five-year agreement requires Paramount to abide by theatrical film release quotas, committing to 30 releases per year in the US.

It also mandates that the combined company must keep negotiations with cable providers for Warner-owned channels separate from its deals for Paramount-owned channels.

The settlement approved on Wednesday also includes the creation of a five-member panel meant to safeguard the editorial independence of CNN and CBS, two major news networks.

But sceptics have pointed out that the merger puts a large swath of US media under the control of David Ellison, who leads Paramount.

Under Wednesday’s agreement, Ellison is in charge of appointments to the board that would oversee news independence.

O CEO da Paramount é filho do bilionário Larry Ellison, fundador da Oracle, um forte apoiador de causas pró-Israel que tem laços estreitos com a administração do presidente Donald Trump.

O fundador da produtora de cinema Skydance, David Ellison, adquiriu a Paramount no ano passado como parte de outra fusão controversa.

The 2025 Paramount-Skydance deal brought CBS under Ellison’s control. Ahead of the merger, sceptics questioned the abrupt cancellation of the CBS comedy show The Late Show with Stephen Colbert, which had been critical of Trump.

Ellison later installed Bari Weiss, a pro-Israel media figure, as the head of CBS News in a move that also raised questions about diminished independence within major journalism outlets.

Alguns críticos retrataram o acordo de quarta-feira como uma nova capitulação a interesses corporativos poderosos.

But public officials like California Governor Gavin Newsom had called on his state’s Attorney General Rob Bonta to scrap the 12-state effort to block the deal and to pursue a settlement instead.

Paramount emerged victorious from a bidding war with the streaming giant Netflix in February to win control of Warner Bros’s holdings.

Isso abrange uma série de serviços de mídia e entretenimento, incluindo o estúdio de cinema Warner Bros Pictures, a CNN e o HBO Max. A administração Trump aprovou o acordo sem alterações em junho.

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