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Cali, sob toque de recolher após terremoto, tem denúncias de saques e amanhece militarizada

Número de mortos no país subiu para 224 nesta terça (11); equipes de resgate buscam sobreviventes entre escombros

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Cali, uma das maiores cidades da Colômbia, amanheceu nesta terça-feira (11) sob toque de recolher e com presença reforçada da polícia e do Exército nas ruas, um dia após um terremoto de magnitude 7,4 atingir o país e deixar um rastro de destruição.

A medida foi adotada depois de denúncias de saques na cidade e para facilitar o trabalho das equipes de emergência, que passaram a madrugada em busca de pessoas que possam estar presas sob os escombros.

Os socorristas correm contra o tempo para encontrar sobreviventes.

O número de mortos no país subiu para 224 nesta terça-feira (11), segundo balanço mais recente divulgado pelo governo de Abelardo de la Espriella. Segundo o presidente, ao menos 188 pessoas estão desaparecidas apenas em Cali.

O toque de recolher, das 20h de segunda até as 6h desta terça, foi decretado pelo prefeito Alejandro Eder. "Temos ameaças de saque, por isso ordenei o toque de recolher e a militarização de Cali", afirmou ele ao anunciar a medida.

O prefeito pediu ainda que os moradores comuniquem às autoridades qualquer tentativa de saque ou situação de insegurança.

A presença da polícia e do Exército foi reforçada em diferentes setores da cidade, especialmente nas áreas que registraram os maiores danos. Segundo o governo de Espriella, cerca de mil integrantes das forças de segurança seriam enviados a Cali durante a madrugada.

Em números

  • Segundo o presidente, ao menos 188 pessoas estão desaparecidas apenas em Cali

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mundo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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