Uma versão em guarani kaiowá do livro infantil Clarisse me Disse foi integrada a atividades educativas em Ponta Porã. A iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aborda a violência doméstica e familiar em escolas municipais.
- Uma versão em guarani kaiowá do livro infantil Clarisse me Disse foi integrada a atividades educativas em Ponta Porã.
- A iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul aborda a violência doméstica e familiar em escolas municipais.
- O livro, escrito pela juíza Caroline Costa de Camargo, utiliza linguagem infantil para identificar comportamentos violentos.
- A tradução busca tornar o conteúdo acessível às comunidades indígenas, respeitando suas características culturais.
- O projeto inclui a formação de professores com propostas de atividades pedagógicas para alunos do Ensino Fundamental.
- A programação conta com apresentações musicais e encenações interativas sobre a busca por proteção.
- As atividades ocorrem em diversas escolas municipais, rurais e urbanas, até quinta-feira (22).
- O TJMS pretende aproximar a educação das ações de prevenção à violência, utilizando literatura e diálogo.
O livro, escrito pela juíza Caroline Costa de Camargo, utiliza linguagem infantil para identificar comportamentos violentos. A tradução busca tornar o conteúdo acessível às comunidades indígenas, respeitando suas características culturais.
O projeto inclui a formação de professores com propostas de atividades pedagógicas para alunos do Ensino Fundamental. A programação conta com apresentações musicais e encenações interativas sobre a busca por proteção.
As atividades ocorrem em diversas escolas municipais, rurais e urbanas, até quinta-feira (22). O TJMS pretende aproximar a educação das ações de prevenção à violência, utilizando literatura e diálogo.
Uma versão em guarani kaiowá do livro infantil Clarisse me Disse, que aborda a violência doméstica e familiar, passou a integrar atividades educativas em escolas municipais de Ponta Porã, na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai.
A iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) começou na segunda-feira (19) e segue até quinta-feira (22), com a participação prevista de 252 alunos de cinco unidades escolares.
O lançamento da obra traduzida ocorreu na Escola Municipal Rural Graça de Deus, na região do Capeí. O livro, escrito pela juíza Caroline Costa de Camargo, da 2ª Vara de Capão Bonito (SP), acompanha a história de uma menina que começa a perceber situações de violência dentro da família.
A narrativa utiliza uma linguagem voltada às crianças para abordar o respeito nas relações, a identificação de comportamentos violentos e a importância de procurar ajuda.
A tradução busca tornar o conteúdo acessível às comunidades indígenas, considerando suas características linguísticas e culturais. Além da leitura, os estudantes participam de apresentações artísticas, atividades em sala de aula e reflexões sobre situações que podem comprometer a segurança e o bem-estar de crianças e adolescentes.
Programação chega a escolas urbanas e rurais Desenvolvido pela Coordenadoria da Mulher do TJMS, o projeto também inclui a formação de professores, com propostas de atividades pedagógicas como desenhos, pinturas e conversas sobre o tema, especialmente para estudantes do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental.
Na abertura, a programação contou com uma apresentação musical em guarani kaiowá feita pelos alunos e uma encenação interativa do Grupo de Risco, que trabalhou situações relacionadas à violência doméstica e à busca por proteção.
A iniciativa começou pelas escolas municipais Rural Graça de Deus e Dora Landolfi, em Sanga Puitã, na segunda-feira (19), e passou pela Escola Municipal Jardim Ivone na terça (20).
Nesta quarta-feira (21), as atividades estão previstas na Escola Municipal Rural Juvenal Fróes, no Assentamento Dorcelina Folador. O encerramento será na quinta-feira (22), na Escola Municipal Professora Conceição Capiberibe Saldanha.
O lançamento da edição em guarani kaiowá contou com a participação da desembargadora Sandra Artioli, integrante da Coordenadoria da Mulher do TJMS, da juíza Thiely Alencar Dias Pitthan, da comarca de Ponta Porã, e da autora Caroline Costa de Camargo, além de representantes do município e da comunidade escolar.
Com a proposta, o TJMS pretende aproximar a educação das ações de prevenção à violência, utilizando a literatura e o diálogo para ajudar os estudantes a reconhecer situações de risco e compreender a importância de buscar apoio de adultos e instituições de proteção.
EDUCAÇÃO | PROTEÇÃO À INFÂNCIA Clarisse me Disse nas escolas Projeto do TJMS utiliza uma obra infantil traduzida para o guarani kaiowá para abordar a prevenção à violência doméstica.
252 Estudantes previstos na programação 5 escolas Unidades municipais participantes LITERATURA E PREVENÇÃO A história de Clarisse aborda situações de violência no ambiente familiar e estimula conversas sobre respeito, proteção e a importância de procurar ajuda.
Calendário das atividades Segunda-feira | 19 de outubro Escola Municipal Rural Graça de Deus, na região do Capeí, e Escola Municipal Dora Landolfi, em Sanga Puitã.
Terça-feira | 20 de outubro Escola Municipal Jardim Ivone. Quarta-feira | 21 de outubro Escola Municipal Rural Juvenal Fróes, no Assentamento Dorcelina Folador.
Quinta-feira | 22 de outubro Escola Municipal Professora Conceição Capiberibe Saldanha. Encerramento previsto. Como funciona o projeto? Por que o livro foi traduzido para guarani kaiowá.
Para aproximar o conteúdo das comunidades indígenas, respeitando suas características linguísticas e culturais e ampliando o acesso à informação. Quais atividades são realizadas.
Apresentação da obra, teatro interativo, atividades artísticas e conversas sobre respeito, proteção e prevenção à violência doméstica. Os professores também participam.
Sim. O projeto prevê formação de professores e propostas pedagógicas para a sala de aula, especialmente com alunos do 4º e 5º anos. Fonte: Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).
Programação de 19 a 22 de outubro de 2026.
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0x Projeto do TJMS apresenta versão em guarani kaiowá do livro Clarisse me Disse durante atividades de prevenção à violência doméstica em escolas de Ponta Porã.
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