Em Três Lagoas, um homem foi preso; investigação começou com monitoramento virtual do suspeito.
A PF (Polícia Federal) deflagrou duas operações, nesta quinta e sexta-feira (6), para investigar o armazenamento e compartilhamento de imagens de abuso sexual infantil em Mato Grosso do Sul.
A primeira foi realizada em Campo Grande, com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. Já a segunda ocorreu nesta sexta-feira (6), em Três Lagoas, a cerca de 330 quilômetros da Capital, e terminou com uma prisão em flagrante.
A Polícia Federal deflagrou duas operações em Mato Grosso do Sul contra o armazenamento de imagens de abuso sexual infantil. Em Campo Grande, a Aeges 10 cumpriu mandado de busca e apreensão e recolheu um celular, cujo conteúdo havia sido apagado no dia anterior, o que impediu o flagrante.
Em Três Lagoas, a Escudo de São Miguel VII prendeu um homem em flagrante, com arquivos ilegais no computador. Os aparelhos apreendidos passarão por perícia.
Conforme apurado pela reportagem, a operação realizada em Campo Grande, denominada "Aeges 10", cumpriu um mandado de busca e apreensão no Bairro X. No local, os agentes apreenderam um celular.
O homem investigado havia apagado o conteúdo no dia anterior à ação, por isso, não foi constatada situação de flagrante.
O aparelho passará por perícia, e os arquivos poderão ser recuperados durante a investigação. Além disso, as conversas armazenadas no celular poderão ajudar a identificar a participação de outros envolvidos.
Nesta sexta-feira (6), um homem foi preso em flagrante em Três Lagoas durante a Operação Escudo de São Miguel VII. Ele era alvo de um mandado de busca e apreensão.
Segundo a Polícia Federal, a investigação começou após o monitoramento virtual do suspeito, que armazenava e compartilhava imagens de exploração sexual de crianças e adolescentes.
Durante o cumprimento do mandado, os agentes identificaram arquivos com esse tipo de conteúdo armazenados no computador do investigado. Também foram apreendidos celulares e discos rígidos, que serão encaminhados para perícia.
A Polícia Federal orienta pais e responsáveis a acompanharem a vida digital e as atividades de crianças e adolescentes nas redes sociais, como forma de prevenir situações de abuso e exploração sexual.
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