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Mato Grosso do Sul

Oi deixará a B3 após falência

Ações deixarão de ser negociadas na Bolsa, mas investidores não perdem automaticamente a condição de acionistas da companhia

2 min de leitura
Mato Grosso do Sul — imagem padrão

A decretação de falência da Oi terá impacto direto sobre as ações OIBR3 e OIBR4. A B3 decidiu cancelar a listagem da companhia, o que significa que os papéis deixarão de ser negociados na Bolsa brasileira.

Isso, porém, não representa a extinção automática das ações nem transforma os investidores em credores da massa falida. Segundo fato relevante divulgado pela Oi, os acionistas continuarão nessa condição enquanto as ações e a personalidade jurídica da companhia permanecerem existentes.

Com a retirada da B3, OIBR3 e OIBR4 não poderão mais ser compradas ou vendidas normalmente no ambiente de negociação da Bolsa. Ações passarão a ser registradas pelo Banco do Brasil Depois da deslistagem, os papéis passarão a ser registrados pelo Banco do Brasil, que atua como escriturador da companhia.

Na prática, o investidor continuará tendo o registro das ações, mas perderá a possibilidade de negociá-las normalmente pelo pregão da B3. A mudança é consequência da falência da companhia e do cancelamento de sua listagem.

A própria Oi esclareceu que a saída da Bolsa não converte automaticamente os acionistas em credores. Dessa forma, possuir ações OIBR3 ou OIBR4 não equivale, por si só, a ter um crédito contra a massa falida.

O destino definitivo dos papéis dependerá dos próximos passos do processo de falência e da manutenção ou não da personalidade jurídica e das ações da empresa.

Ações passarão a ser registradas pelo Banco do Brasil.

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