Lula mudou a estratégia de campanha no segundo turno após resultados do primeiro turno em capitais. A campanha ampliou a presença digital, com foco em redes sociais e participação de jovens eleitos.
- Lula mudou a estratégia de campanha no segundo turno após resultados do primeiro turno em capitais.
- A campanha ampliou a presença digital, com foco em redes sociais e participação de jovens eleitos.
- Ana Elisa (PT-MG) sugeriu mudanças na linguagem da campanha online, priorizando vídeos e formatos curtos.
- Lula retomou atos de rua em Ceilândia, Distrito Federal, ao lado de Leandro Grass e Janja.
- O presidente afirmou que pretende ampliar sua presença nas redes sociais, buscando reverter a vantagem de Flávio Bolsonaro.
Ana Elisa (PT-MG) sugeriu mudanças na linguagem da campanha online, priorizando vídeos e formatos curtos. Lula retomou atos de rua em Ceilândia, Distrito Federal, ao lado de Leandro Grass e Janja.
O presidente afirmou que pretende ampliar sua presença nas redes sociais, buscando reverter a vantagem de Flávio Bolsonaro. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou o segundo turno com uma mudança de estratégia após dedicar quase metade das agendas de rua do primeiro turno a seis capitais onde já havia perdido para Jair Bolsonaro em 2022.
Mesmo com a concentração de atos em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Brasília e Maceió, o presidente ampliou em 457. 542 votos a diferença para o bolsonarismo nessas cidades.
Lula terminou o primeiro turno com 45,16% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) recebeu 47,03%. Nas 21 cidades visitadas durante a campanha, sendo 14 capitais, o petista alcançou 50,8% dos votos e terminou 356 mil à frente do adversário.
Fora desse conjunto, porém, perdeu por 2,58 milhões de votos, resultado que contribuiu para uma desvantagem nacional de 2,23 milhões. Das 28 agendas de campanha de rua, 11 ocorreram nas seis capitais consideradas prioritárias.
São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, capitais dos três maiores colégios eleitorais do país, concentraram 32% dos compromissos, mas deram a Lula vantagem de apenas 55 mil votos sobre Flávio.
Em Belo Horizonte e no Rio, o presidente ficou atrás do candidato do PL. Campanha amplia presença digital Diante do resultado, a campanha passou a dar mais espaço à comunicação pelas redes sociais e chamou jovens eleitos com forte presença digital para participar da estratégia do segundo turno.
Uma das integrantes escolhidas foi Ana Elisa (PT-MG), de 21 anos, eleita deputada federal com 524. 219 votos. Com cerca de 2 milhões de seguidores, ela defendeu mudanças na linguagem usada pela campanha na internet, com menos textos extensos e maior uso de vídeos, Reels e TikTok.
Segundo Ana Elisa, políticas públicas e resultados econômicos precisam ser apresentados de maneira mais direta nas plataformas digitais. Ela também defendeu uma campanha mais pessoal contra Flávio Bolsonaro, com maior exploração do histórico político do adversário.
O nome da deputada foi sugerido durante reunião da coordenação pelo vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão (PT), que também propôs ampliar o diálogo com torcidas de futebol sobre as bets.
O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), ficará responsável pela comunicação ao lado da equipe de Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação. Segundo turno começa nas ruas Lula retomou os atos de campanha nesta sexta-feira (9), com uma carreata em Ceilândia, no Distrito Federal, ao lado de Leandro Grass, candidato petista ao governo local, e da primeira-dama Janja.
Durante o ato, o presidente disse que pretende ampliar sua presença nas redes sociais e afirmou estar se tornando “rei da selfie” e “internauta”. A estratégia digital passa a ocupar papel central em uma campanha que busca reverter a vantagem de Flávio no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
Lula também chega à nova etapa sem palanques fortes em cinco dos seis Estados onde perdeu votos nas capitais priorizadas na campanha de rua. Candidatos de oposição venceram no primeiro turno no Paraná, Alagoas, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
No Distrito Federal, Leandro Grass disputa o segundo turno.
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Em números
- Adas durante a campanha, sendo 14 capitais, o petista alcançou 50,8% dos votos e terminou 356 mil à frente do adversário
- Fora desse conjunto, porém, perdeu por 2,58 milhões de votos, resultado que contribuiu para uma desva
- Ntagem nacional de 2,23 milhões
- Leitorais do país, concentraram 32% dos compromissos, mas deram a Lula vantagem de apenas 55 mil votos sobre Flávio
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