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Corumbá - MS | Sábado, 31 de outubro de 2026 | 22:55

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Mato Grosso do Sul

Força Nacional terá reforço para proteger aldeias Guarani Kaiowá em MS

A Força Nacional terá o efetivo ampliado em Mato Grosso do Sul para proteger aldeias Guarani Kaiowá, após denúncias de violência e ameaças de envenenamento.

4 min de leitura
Força Nacional terá reforço para proteger aldeias Guarani Kaiowá em MS

Força Nacional terá efetivo ampliado em Mato Grosso do Sul para proteção de aldeias Guarani Kaiowá. Decisão ocorre após denúncias de violência relacionadas ao período eleitoral na região.

  • Força Nacional terá efetivo ampliado em Mato Grosso do Sul para proteção de aldeias Guarani Kaiowá.
  • Decisão ocorre após denúncias de violência relacionadas ao período eleitoral na região.
  • Ministros da Justiça, Povos Indígenas e Direitos Humanos visitaram comunidades indígenas.
  • Reforço do efetivo será acompanhado pelo procedimento “Minuto a Minuto” para deslocamento rápido.
  • Ameaça de envenenamento da água na aldeia Sassoró está sendo investigada pela Polícia Federal.
  • Ministério dos Direitos Humanos oferecerá Programa de Proteção às vítimas indígenas.

Ministros da Justiça, Povos Indígenas e Direitos Humanos visitaram comunidades indígenas. Reforço do efetivo será acompanhado pelo procedimento “Minuto a Minuto” para deslocamento rápido.

Ameaça de envenenamento da água na aldeia Sassoró está sendo investigada pela Polícia Federal. Ministério dos Direitos Humanos oferecerá Programa de Proteção às vítimas indígenas.

A Força Nacional terá o efetivo ampliado em Mato Grosso do Sul para aumentar a proteção de aldeias Guarani Kaiowá. A medida foi anunciada neste sábado (31) pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, durante visita a comunidades indígenas na fronteira com o Paraguai.

A decisão ocorre após denúncias de violência relacionadas ao período eleitoral. Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), mais de 30 casos foram registrados na região após o segundo turno das eleições, que terminou com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva.

Além de Lima e Silva, participaram da visita os ministros dos Povos Indígenas, Eloy Terena, e dos Direitos Humanos, Janine Mello. A comitiva esteve nas aldeias Sassoró, em Tacuru, e Taquapery, em Coronel Sapucaia.

Força Nacional terá sistema de monitoramento Segundo o ministro da Justiça, o reforço do efetivo será acompanhado pelo chamado procedimento “Minuto a Minuto”. A proposta é manter equipes disponíveis nas áreas de operação para deslocamento rápido diante de ocorrências com possível caráter criminoso.

O acionamento poderá ser feito pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal ou pelas forças de segurança estaduais. Segundo Lima e Silva, o sistema utilizará imagens e informações sobre o tipo de ocorrência e, quando possível, poderá indicar autoria e materialidade.

A medida busca ampliar a capacidade de resposta diante de situações que possam representar risco às comunidades indígenas. Ameaça de envenenamento é investigada A aldeia Sassoró foi alvo de uma ameaça de envenenamento da água após um áudio circular em grupos da cidade de Tacuru.

A suspeita é de envolvimento de um servidor público municipal no caso. O ministro Eloy Terena afirmou que a Polícia Federal já ouviu os suspeitos e que o monitoramento da qualidade da água será ampliado.

Segundo ele, as denúncias precisam ser analisadas individualmente, já que parte dos casos recebidos ocorreu em períodos diferentes do processo eleitoral. “Até o momento.

Lógico que é uma averiguação preliminar. Apenas esse caso do envenenamento que tem uma ligação direta com crime político. Os outros atropelamentos até o momento não, mas é claro que não serão descartados”, afirmou.

De acordo com o ministro, foram recebidos inicialmente dez casos após a filtragem das denúncias, dos quais quatro ocorreram em Mato Grosso do Sul. O Ministério dos Direitos Humanos informou que colocará o Programa de Proteção à disposição das vítimas.

Mais de 80 indígenas de Mato Grosso do Sul já fazem parte da iniciativa, segundo a pasta.

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Força Nacional terá sistema de monitoramento.

Ameaça de envenenamento é investigada.

A aldeia Sassoró foi alvo de uma ameaça de envenenamento da água após um áudio circular em grupos da cidade de Tacuru. A suspeita é de envolvimento de um servidor público municipal no caso.

O ministro Eloy Terena afirmou que a Polícia Federal já ouviu os suspeitos e que o monitoramento da qualidade da água será ampliado. Segundo ele, as denúncias precisam ser analisadas individualmente, já que parte dos casos recebidos ocorreu em períodos diferentes do processo eleitoral.

Em números

  • Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), mais de 30 casos foram registrados na região após o segundo turno

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