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Mato Grosso do Sul

Filha de caminhoneiro morto em ponte cobra justiça e explicação do Estado

“Quero justiça e explicação do Estado”, diz Bruna Lima, de 29 anos, filha de Alexandre de Freitas, de 49, que morreu após a ponte sobre o Rio Taquari desa...

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Filha de caminhoneiro morto em ponte cobra justiça e explicação do Estado

Alexandre de Freitas, de 49 anos, morreu após ponte sobre o Rio Taquari desabar na MS-168.

Bruna Lima, filha do caminhoneiro Alexandre de Freitas, morto após a ponte sobre o Rio Taquari desabar na MS-168, cobra justiça e explicações do Estado. Segundo ela, a estrutura não recebia manutenção há 20 anos.

O governador Eduardo Riedel informou que sete pontes foram construídas pela mesma empresa e três já caíram. A Agesul contratou engenheiros para avaliar as demais, que podem ser demolidas.

Ela também contou que ele estava há 30 anos na profissão.

Alexandre morreu quatro meses antes de completar 50 anos. Bruna mora no interior de São Paulo e precisou viajar quase 1 mil quilômetros para o enterro do pai. “É algo muito doloroso, pois eu iria ver meu pai no final de outubro e passar o aniversário com ele”, contou.

Bruna ainda resumiu a dor da família após a morte inesperada do caminhoneiro e afirmou que os familiares devem entrar com uma ação contra o Estado. “Infelizmente por aqui estamos sem chão.

Pontes - Após o acidente, na sexta-feira (14), o governador Eduardo Riedel (PP) afirmou que o Estado poderá implodir pontes consideradas inseguras caso uma avaliação técnica conclua que as estruturas não podem ser recuperadas.

A declaração foi feita durante a participação dele no projeto Café & Política.

Segundo Riedel, sete pontes foram construídas pela mesma empresa e três delas já caíram. A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) contratou uma empresa de engenharia especializada para avaliar as demais estruturas.

O estudo deverá indicar se as pontes poderão receber reforço estrutural ou se precisarão ser demolidas. A previsão é que a análise seja concluída dentro de um ou dois meses.

  • Bruna mora no interior de São Paulo e precisou viajar quase 1 mil quilômetros para o enterro do pai.

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