Segundo ele, o processo estava sob sigilo.
Sem contemporaneidade – A menção ao vazamento da ordem de prisão foi usada para reforçar a tese de que Neno Razuk não tentou fugir. Segundo a defesa, após tomar conhecimento do mandado pela imprensa e confirmar a informação com o Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado), foram negociados os termos para que ele se apresentasse.
O advogado afirmou que Neno acabou preso quando retornava ao Brasil e já havia entrega acertada para a manhã seguinte.
Jogando a toalha - Enquanto tenta deixar a prisão, Neno Razuk também ficou fora da disputa eleitoral deste ano. O ex-deputado estadual não registrou candidatura nas Eleições 2026 no sistema DivulgaCandContas, da Justiça Eleitoral.
Ele perdeu o mandato de deputado estadual após a recontagem de votos que antecedeu a ordem de prisão preventiva no âmbito da Operação Successione.
Sem troca – Já a SAD (Secretaria de Estado de Administração) tentou comprar notebooks de alta performance, mas uma parte do pregão não chegou à linha de chegada.
A tentativa de modernização foi declarado fracassado, ou seja, não houve proposta considerada apta para a contratação.
Eleição antes da hora – Virou rotina no MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) contestar eleições antecipadas para o comando de câmaras municipais. Desta vez, a Promotoria de Justiça de Bela Vista abriu inquérito civil para apurar a escolha antecipada da Mesa Diretora da Câmara de Caracol para o biênio 2027-2028.
Na mira – O procedimento cita inconstitucionalidade e ilegalidade na antecipação da votação. O Ministério Público aponta eventual desrespeito ao marco temporal e aos princípios republicano, democrático e da contemporaneidade estabelecidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
O inquérito poderá resultar na adoção de medidas jurídicas contra a eleição.
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