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Esportes

Nada é mais subestimado que o meio-campo

Seleção melhora com a entrada de um meio-campista, e isso não é coincidência

2 min de leitura
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Estamos a menos de um mês da escolha do Bola de Ouro da temporada. No páreo, Killyan Mbappé, Lamine Yamal, Messi, Harry Kane, Kvaratskhelia e Rodri como favoritos.

Apenas um meio-campista. No futebol que olha cada vez mais para gols e assistências, o meio-campo parece um lugar apenas de passagem. Mas não é. Há um ditado futebolístico que diz que "o jogo se ganha no meio-campo e se decide nas áreas.

Quando os jogadores foram convocados para a Copa do Mundo, houve debates sobre a escolha de Weverton como terceiro goleiro, mas quase passou batido o fato de não termos meio-campistas criativos e controladores de jogo.

Falamos dos atacantes, de Neymar, João Pedro, Igor Thiago, mas não debatemos quem vai decidir se o ataque será rápido ou lento, pela direita, pela esquerda ou pelo centro.

E quem decide isso são os meio-campistas.

No novo ciclo, Carlo Ancelotti disse que a Espanha poderia jogar controlando o jogo com a bola por ter tido "sorte" em possuir uma geração de ótimos meias. Não foi sorte, foi um modelo escolhido pelos espanhóis para formar jogadores com as características que eles consideram ideais para jogar.

Assim, ganharam duas Copas do Mundo e três Eurocopas nos últimos 18 anos.

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