Flávio Bolsonaro acusou o PT de explorar divisões entre católicos e evangélicos na campanha eleitoral. O candidato negou relação com a proposta de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
- Flávio Bolsonaro acusou o PT de explorar divisões entre católicos e evangélicos na campanha eleitoral.
- O candidato negou relação com a proposta de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
- A polêmica sobre a Padroeira do Brasil ganhou dimensão nacional e chegou à Justiça Eleitoral e ao STF.
- Flávio Bolsonaro destacou a relação familiar com diferentes vertentes do cristianismo, sendo evangélico.
- A religião ganhou espaço na campanha presidencial após a circulação de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida.
- O episódio reacendeu discussões sobre diferenças doutrinárias entre católicos e evangélicos.
A polêmica sobre a Padroeira do Brasil ganhou dimensão nacional e chegou à Justiça Eleitoral e ao STF. Flávio Bolsonaro destacou a relação familiar com diferentes vertentes do cristianismo, sendo evangélico.
A religião ganhou espaço na campanha presidencial após a circulação de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida. O episódio reacendeu discussões sobre diferenças doutrinárias entre católicos e evangélicos.
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, acusou nesta segunda-feira (28) o PT de explorar diferenças entre católicos e evangélicos na reta final da campanha eleitoral.
A declaração foi dada durante entrevista ao SantoFlow Podcast, em meio à repercussão da informação falsa de que o senador defenderia a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
O boato que motivou a controvérsia não corresponde aos fatos: não há proposta atual de Flávio Bolsonaro para retirar o título de Nossa Senhora Aparecida. A informação falsa teve origem em referências a um projeto antigo, apresentado por outro parlamentar e posteriormente arquivado.
Flávio volta a negar relação com proposta Durante a entrevista, Flávio afirmou que a controvérsia foi construída a partir de uma “narrativa mentirosa” e voltou a negar qualquer intenção de alterar o reconhecimento de Nossa Senhora Aparecida como padroeira.
A polêmica ganhou dimensão nacional nos últimos dias e chegou à Justiça Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal, após a campanha do candidato pedir a retirada de publicações relacionadas ao tema.
Flávio também chegou a acusar pessoas ligadas à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de terem ajudado a disseminar a informação falsa. A entidade negou qualquer participação e afirmou repudiar a produção e o uso de desinformação no processo eleitoral.
Depois da manifestação da CNBB, o candidato agradeceu à entidade por, segundo ele, confirmar que a informação era falsa. Candidato cita relação familiar com católicos e evangélicos Na entrevista, Flávio também procurou destacar a relação de sua família com diferentes vertentes do cristianismo.
O senador é evangélico e frequenta a Igreja Batista. Seu pai, Jair Bolsonaro, declarou-se católico ao longo da trajetória política, embora tenha mantido forte aproximação com lideranças evangélicas.
Michelle Bolsonaro, ex-primeira-dama, também é evangélica. Flávio afirmou ainda que sua candidatura busca representar continuidade do legado político do pai, mas com uma postura diferente.
Religião ganha espaço na campanha A religião passou a ocupar ainda mais espaço na campanha presidencial depois da circulação da fake news sobre Nossa Senhora Aparecida.
O episódio reacendeu discussões sobre diferenças doutrinárias entre católicos e evangélicos e provocou manifestações de candidatos, entidades religiosas e integrantes do Judiciário.
Católicos veneram Nossa Senhora e outros santos como parte de sua tradição religiosa, enquanto denominações evangélicas, de modo geral, não adotam a veneração de imagens e santos.
Essas diferenças, no entanto, são de natureza doutrinária e não significam, por si só, conflito político entre os dois grupos. Com a proximidade do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, o episódio tornou-se mais um ponto de disputa entre as campanhas, com acusações sobre desinformação e uso político da religião.
A fala representa a avaliação política do próprio candidato. O boato que motivou a controvérsia não corresponde aos fatos: não há proposta atual de Flávio Bolsonaro para retirar o título de Nossa Senhora Aparecida.
Flávio volta a negar relação com proposta.
Candidato cita relação familiar com católicos e evangélicos.
O candidato afirmou não gostar de “briga” e apresentou seu perfil como alternativa ao ambiente de forte polarização política.
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