Futuros de Nova York sobem com recordes de índices na véspera e petróleo em queda.
O Kremlin rejeitou na terça-feira as acusações feitas pelo chefe da inteligência externa da Alemanha de que a Rússia estaria travando uma “guerra nas sombras” contra países europeus, descrevendo-as como infundadas e uma manobra para justificar gastos com defesa.
O chefe de inteligência Martin Jaeger afirmou, na segunda-feira, que a Alemanha enfrentava um confronto com a Rússia que havia assumido uma “nova dimensão, mais perigosa”.
A ameaça de ataques russos contra alvos na Alemanha continuava real e iminente, acrescentou ele. Questionado sobre o assunto, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse aos repórteres: “Essas acusações são absolutamente infundadas e não têm qualquer base factual.” Ele afirmou que a Alemanha estava “criando um inimigo ilusório para justificar gastos com a militarização”.
Governo tenta usar proposta que muda jornada de trabalho como trunfo para o segundo turno do pleito.
Gestores e analistas divergem sobre o fôlego do rali na Bolsa e nos títulos públicos; veja o que fazer com a carteira nesse momento.
O Banco do Japão pode sinalizar neste mês que a inflação subjacente atingiu sua meta de 2%, segundo três fontes a par de seu pensamento, destacando sua disposição de aumentar a taxa de juros novamente nos próximos meses.
Qualquer anúncio nesse sentido seria em grande parte simbólico, mas reforçaria as expectativas do mercado de um aumento em dezembro e sinalizaria a disposição do Banco do Japão de continuar elevando a taxa de juros em intervalos curtos.
O banco central começou a enfatizar a necessidade de ancorar a inflação subjacente em torno de sua meta ao avaliar o ritmo e o momento de novos aumentos nos juros.
Tendo acabado de elevar os juros em setembro, muitos no banco central estão cautelosos quanto a realizar outro aumento neste mês e preferem avaliar mais dados sobre como altas anteriores afetaram as condições financeiras domésticas, disseram as fontes.
Uma série recente de dados, como a inflação ao consumidor em Tóquio e a pesquisa trimestral “tankan” do banco central, provavelmente está reforçando a convicção do Banco do Japão de que a inflação subjacente atingiu sua meta de 2%, disseram as fontes.
O aumento dos custos de financiamento pressiona famílias e empresas, mas tem feito pouco para conter o entusiasmo com os investimentos em infraestrutura de inteligência artificial, que continuam alimentando a inflação.
Os altos custos da energia na zona do euro ainda não geraram efeitos de inflação de segunda ordem, e a intensidade desse repasse é incerta, afirmou o economista-chefe do Banco Central Europeu, Philip Lane, à agência de notícias italiana Ansa.
Nesta terça-feira, porém, as cotações da commodity passaram a cair após parte da sessão com leve alta.
Na Ásia, o índice Nikkei 225, do Japão, avançou 0,29% nesta terça-feira, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 0,23%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 registrou alta de 0,53%.
Já em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,95%. Os mercados da China continental e da Coreia do Sul estavam fechados devido a feriados da Semana Dourada, um dos mais importantes períodos de férias na região.
Na Europa, o índice Stoxx 600 subia 0,9%, caminhando para registrar sua primeira sequência de três sessões consecutivas de ganhos em um mês. Os títulos soberanos da região também avançavam, recuperando-se de mínimas de várias décadas, com França e Itália, que vinham apresentando desempenho inferior ao dos pares, liderando a valorização.
Os contratos futuros do principal índice acionário dos Estados Unidos avançavam 0,2%, após o S&P 500 encerrar a sessão anterior a poucos pontos de renovar seu recorde.
Já o Nasdaq 100 indicava nova alta, ampliando seu movimento em território recorde. Todas as integrantes do grupo das chamadas Magnificent Seven, as gigantes de tecnologia dos EUA, registravam ganhos nas negociações pré-abertura.
O rescaldo da euforia com o resultado do primeiro turno da eleição presidencial deve dar o tom aos mercados nacionais nesta terça-feira, enquanto no exterior o alívio da pressão sobre títulos de longo prazo e os preços mais baixos do petróleo ajudavam a acalmar os investidores.
A percepção dos profissionais do mercado é de que uma virada no segundo turno, marcado para 25 de outubro, é pouco provável. No exterior, os investidores mostravam-se mais otimistas antes da temporada de balanços, que começa na próxima semana.
O Goldman Sachs estima que as previsões consensuais do mercado apontam para um crescimento de 27% nos lucros das empresas do S&P 500, sendo que mais da metade desse avanço viria de companhias beneficiadas pelos investimentos em infraestrutura de inteligência artificial.
Embora a liquidação no mercado de títulos mostre sinais de arrefecimento, os rendimentos dos títulos soberanos permanecem próximos de máximas de vários anos, à medida que os investidores continuavam a lidar com preocupações persistentes relacionadas à inflação e ao endividamento.
update 7h54 Principais índices em Nova York fecharam ontem com ganhos Investidores em Wall Street observaram o comportamento dos rendimentos dos títulos do governo dos EUA e os preços do petróleo, que recuaram nas duas principais referências.
Embora a incerteza permaneça alta, ainda nos encontramos no grupo da ‘resiliência’ por enquanto”.
O dólar comercial emendou a segunda baixa seguida diante ao real, após o resultado das eleições. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,21%, aos 102,15 pontos.
NegóciosDia (%)BBAS3280. 32011,00BPAC11236. 03922,52B3SA3223. 77922,63AXIA3187. 4677,87PETR4186. 1568,19 update 7h45 Ibovespa terminou ontem com alta de 7,70%, aos 206.
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