O setor manufatureiro do Japão cresceu em outubro no ritmo mais lento dos últimos sete meses, à medida que o crescimento da produção e das novas encomendas desacelerou, segundo uma pesquisa empresarial divulgada nesta sexta-feira.
Índices futuros dos EUA recuam com sell-off do setor de tecnologia.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI) preliminar da S&P Global para o setor manufatureiro japonês caiu de 54,1 em setembro para 53,3 em outubro. Um valor acima de 50,0 indica expansão da atividade, enquanto um valor abaixo desse nível sinaliza contração.
Os novos pedidos dos produtores de bens cresceram no ritmo mais fraco desde março, enquanto os novos negócios de exportação em todo o setor privado japonês aumentaram na taxa mais baixa em quatro meses.
As indústrias registraram o menor aumento na produção desde março, enquanto os produtores de bens registraram o menor aumento nos novos pedidos desde março, segundo a pesquisa.
A SK Hynix suspendeu nesta sexta-feira os planos de abertura de capital nos EUA de sua unidade de chips Solidigm devido à volatilidade do mercado — uma medida que também ocorre após as autoridades sul-coreanas terem manifestado preocupações de que a operação pudesse prejudicar os interesses dos acionistas.
A abertura de capital da Solidigm, uma antiga unidade da Intel especializada em memória flash NAND e unidades de estado sólido, vinha sendo considerada para ajudar a financiar uma nova fábrica nos EUA e atender à crescente demanda por chips em centros de dados de IA.
A gigante sul-coreana de chips, que passou a ter cotação dupla com sua estreia na Nasdaq em julho, afirmou que planeja continuar a explorar formas de financiar a expansão da Solidigm e aumentar o valor para os acionistas, incluindo a revisão do momento, da escala e do financiamento de investimentos futuros.
Revisão reflete a expectativa de fortalecimento do perfil operacional e financeiro da Gerdau nos próximos anos.
Diplomatas estrangeiros em Brasília estão avaliando reconhecer rapidamente quem quer que seja o vencedor do segundo turno da eleição presidencial de domingo, disseram quatro embaixadores à Reuters, com o objetivo de evitar quaisquer tentativas vindas de fora do país de declarar prematuramente a vitória de qualquer um dos candidatos.
No entanto, eles ainda não formalizaram um plano, com várias missões diplomáticas ainda discutindo com seus governos sobre a melhor forma de proceder, acrescentaram as fontes.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), que terminou o primeiro turno no início do mês na liderança, está empatado com o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50% dos votos válidos, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada na quinta-feira.
Dois embaixadores disseram à Reuters que temem que o presidente dos EUA, Donald Trump, ou seu governo, possam questionar o resultado caso Lula vença por uma margem estreita.
update 8h18 Estrangeiros lideram otimismo com Brasil; Petrobras supera Itaú entre ações favoritas Bradesco BBI destaca que investidores estrangeiros são hoje o principal motor do movimento de alta da Bolsa brasileira, enquanto locais possuem maior cautela.
O crescimento do setor privado da Alemanha desacelerou em outubro, já que o fluxo de novos pedidos cresceu apenas modestamente, segundo uma pesquisa preliminar com empresas divulgada nesta sexta-feira.
O Índice PMI Composto Flash da S&P Global para a Alemanha caiu de 53,8 em setembro para 52,8 em outubro, mas permaneceu em território de crescimento pelo quarto mês consecutivo.
Economistas consultados pela Reuters haviam previsto um valor de 53,3. O índice composto acompanha os setores de serviços e manufatura, que, juntos, representam mais de dois terços da maior economia da zona do euro.
Um valor acima da marca de 50 indica crescimento. “Os resultados preliminares do PMI de outubro mostraram, de forma encorajadora, uma recuperação sustentada na atividade empresarial em toda a Alemanha, embora uma desaceleração no crescimento tenha ressaltado que a recuperação da maior economia da zona do euro continua frágil”, disse Phil Smith, diretor associado de economia da S&P Global Market Intelligence.
A produção industrial continuou a crescer em ritmo robusto, com o PMI do setor manufatureiro subindo para 54,2 — a maior alta em dois meses —, ante 53,9 em setembro.
As empresas do Reino Unido estão registrando seu melhor mês em termos de atividade desde fevereiro, à medida que os novos pedidos crescem e a demanda relacionada à inteligência artificial se recupera, de acordo com uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira.
Reforçando os sinais de resiliência da economia diante do choque nos preços da energia causado pela guerra no Irã, o Índice Composto de Gerentes de Compras (PMI) preliminar da S&P Global para o Reino Unido subiu para 53,1 em outubro, superando todas as previsões dos economistas consultados pela Reuters e apresentando alta em relação aos 52,0 registrados em setembro.
As empresas contrataram funcionários adicionais pela primeira vez desde que as contratações foram afetadas por um aumento de impostos no orçamento de 2024 da ex-ministra das Finanças Rachel Reeves, somando-se a outros sinais de uma recuperação incipiente no mercado de trabalho.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em direções opostas nesta sexta-feira, acompanhando as perdas de Wall Street, com as preocupações sobre o aumento dos gastos com inteligência artificial e a alta dos preços do petróleo afetando o sentimento dos investidores.
A inflação subjacente do Japão acelerou para 2,1% em setembro, na comparação anual, ante 1,7% em agosto, superando a meta de 2% do Banco do Japão (BoJ) pela primeira vez em nove meses.
O resultado reforça as pressões sobre os preços em meio ao encarecimento da energia e ao aumento dos custos de importação provocado pela desvalorização do iene.
Os mercados europeus operam em baixa, enquanto investidores continuam demonstrando aversão ao risco, vendendo ações de tecnologia e reagindo às crescentes tensões geopolíticas que os levaram a buscar ativos seguros.
Além disso, a instabilidade na França está impactando os ativos de investimento no país, particularmente seus títulos soberanos. As vendas no varejo do Reino Unido caíram 0,4% em setembro em relação ao mês anterior, uma queda mais acentuada do que a previsão de 0,1% em uma pesquisa da Reuters.
STOXX 600: -0,62%DAX (Alemanha): -0,91%FTSE 100 (Reino Unido): -0,55%CAC 40 (França): -0,73%FTSE MIB (Itália): -0,52% update 8h01 EUA: índices futuros recuam com sell-off do setor de tecnologia Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta sexta-feira (23), após as ações de tecnologia sofrerem uma queda devido a preocupações de que o setor de inteligência artificial possa estar perdendo força, pelo menos no curto prazo.
O Nasdaq futuro subia 0,4%, em movimento de recuperação após o índice registrar sua maior queda diária desde junho. Os futuros do S&P 500 operavam estáveis, enquanto os do Dow Jones recuavam 0,2%.
As operações do mercado nesta sexta-feira devem começar com os investidores avaliando pesquisa Datafolha que mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados em 50% dos votos válidos no segundo turno da eleição presidencial, no último pregão antes da votação de domingo.
À noite, os dois postulantes ao Palácio do Planalto estarão frente à frente no debate realizado pela TV Globo, o último desta campanha eleitoral. Além das eleições, os investidores também irão repercutir o balanço de terceiro trimestre do Bradesco, que veio em linha com as previsões do mercado e acompanhado pelo anúncio de um programa de recompra de ações.
No front externo, uma nova alta dos preços internacionais do petróleo pesava sobre o sentimento em meio a novos ataques dos militantes houthis do Iêmen, que são apoiados pelo Irã, à Arábia Saudita, e a relatos de que Estados Unidos e Israel elaboraram planos para novos ataques ao Irã após as eleições legislativas de meio de mandato nos EUA, marcadas para 3 de novembro.
Investidores em Wall Street se retiraram das posições diante da preocupação em torno das ações de tecnologia em Inteligência Artificial, pressionados pelas quedas de gigantes como Meta e Tesla.
Ao mesmo tempo, os preços do petróleo disparam, com o aumento das tensões geopolíticas. Operadores do JPMorgan observam que o tom otimista da véspera se reverteu durante a noite, devido ao aumento das discussões sobre o renovado risco cinético do Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.
Além disso, “os movimentos subjacentes dos preços e o feedback de nossa mesa de operações também sugeriram a narrativa ainda frágil em torno das preocupações com o financiamento de IA e a falta de convicção/recuperação após a recente reversão do setor de tecnologia”, afirmaram em nota reproduzida pela CNBC.
O dólar comercial engatou a segunda alta seguida diante do real. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,15%, aos 101,63 pontos.
Em números
- STOXX 600: -0,62%DAX (Alemanha): -0,91%FTSE 100 (Reino Unido): -0,5
- 5%CAC 40 (França): -0,73%FTSE MIB (Itália): -0,52% update 8h01 EUA: índices
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