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Economia

Equipamentos médicos ilegais vendem mais do que os legais no país em 2026

Dados serão apresentados nesta quarta-feira (12), em evento na Delegacia Cibernética do Inmetro

2 min de leitura
Economia — imagem padrão

O mercado ilegal de dispositivos de saúde vendidos pela internet já é maior do que o legal, em conclusão que será apresentada na próxima quarta-feira (12) na Delegacia Cibernética do Inmetro, em São Paulo.

A divulgação será feita no evento Desbravando Caminhos para o Comércio de Bens e Serviços Sem Fraudes, que reúne Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), IPEM-SP (Instituto de Pesos e Medidas), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Abrapem (Associação Brasileira dos Fabricantes de Balanças, Pesos e Medidas, Permissionários e Importadores) e Remesp (Rede Metrológica do Estado de São Paulo) para tratar de pirataria, fraudes digitais e concorrência desleal em marketplaces.

Foram 860 mil unidades vendidas no chamado mercado pirata de medidores de pressão, inaladores e nebulizadores no primeiro semestre deste ano e a projeção é que, se o ritmo atual se mantiver, chegue a 1,5 milhão.

No primeiro semestre, os legais foram 639 mil.

Apenas nos medidores de pressão, foram 506 mil unidades ilegais neste ano, enquanto os legalizados comercializados chegaram a 446 mil. Isso significa que as vendas "no paralelo" representam 53% do total.

A projeção para o fechamento de 2026 é de 870 mil equipamentos irregulares.

Em números

  • No primeiro semestre deste ano e a projeção é que, se o ritmo atual se mantiver, chegue a 1,5 milhão
  • No primeiro semestre, os legais foram 639 mil
  • Apenas nos medidores de pressão, foram 506 mil unidades ilegais neste ano, enquanto os legalizad
  • Os comercializados chegaram a 446 mil

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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