Nesse sábado (3/10), Renildo foi alvo da Operação Moriarty, deflagrada para apurar a origem e o destino do montante apreendido.
Em 28 de agosto deste ano, dias antes da apreensão, ocorrida em 4 de setembro, Renildo teria encaminhado ao empresário um vídeo relacionado à pesquisa eleitoral da candidatura de Helena, que concorre a uma vaga no Senado por Roraima (RR).
Em 4 de setembro, o empresário foi preso em flagrante junto ao policial militar, logo após realizar o saque em uma agência bancária localizada na capital roraimense.
O nome de Renildo já esteve estampado na imprensa em 2024, após ele ser flagrado com dinheiro vivo escondido na cueca.
Os indícios apontavam que o dinheiro serviria para financiar compra de votos. Naquele ano, ocorreram as eleições municipais em todo o país.
A ação deflagrada pela PF neste sábado (3) cumpriu mandados de busca e apreensão. As medidas judiciais foram expedidas pelo Juízo Eleitoral das Garantias da 2ª Zona Eleitoral de Caracaraí (RR).
Segundo a PF, a investigação apura possível esquema de movimentação irregular de recursos financeiros em espécie, caracterizado pela realização de saques milionários, com indícios de vinculação à atividade eleitoral.
A análise preliminar dos elementos obtidos revelou indícios de movimentação de valores sem justificativa plausível e possível destinação relacionada a financiamento eleitoral irregular.
As diligências realizadas na Moriarty visam obter novos elementos de prova, esclarecer a origem e a destinação dos recursos movimentados e identificar eventuais outros envolvidos nas operações financeiras investigadas.
Em números
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