Um avião da Gol que seguia para Brasília teve que retornar ao pátio do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, a pedido da polícia, no começo da tarde de sexta-feira (30).
A ocorrência terminou com a prisão em flagrante de três homens suspeitos de envolvimento na apresentação de um boletim de ocorrência falso durante o procedimento de embarque.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), dois dos homens apresentaram documentos falsos, enquanto o terceiro seria responsável por providenciar a falsificação.
Ao todo, seis pessoas foram ouvidas pela polícia. As outras três foram liberadas por falta de elementos que indicassem participação nos crimes.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais após especulações de que os homens presos seriam integrantes da equipe do DJ Arana, funkeiro conhecido nacionalmente.
No dia do ocorrido, o artista publicou um story em suas redes sociais afirmando que nenhum show seria cancelado e que a informação de que três integrantes de sua equipe teriam sido presos se tratava de um "mal-entendido.
Ele também disse que o caso estava sob os cuidados de seu departamento jurídico.
O g1 procurou a equipe do DJ Arana para confirmar se os homens tinham alguma ligação com o artista, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.
Veja abaixo o que se sabe até agora sobre o caso.
Segundo o g1 apurou, o avião estava taxiando para decolar quando o piloto informou à torre de controle que teria de retornar ao pátio após um pedido da Polícia Federal.
A polícia não detalhou qual seria o conteúdo do documento nem a finalidade da suposta falsificação.
A SSP também informou que as investigações prosseguem para esclarecer todos os fatos.
O que dizem a Gol e a concessionária.
A concessionária Aena informou que as informações sobre a ação devem ser obtidas diretamente com a Polícia Federal, responsável pela ocorrência. Afirmou que a ação não causou impacto no aeroporto.
Já a Gol afirmou, em nota, que não comentaria o caso e que está à disposição para colaborar com as autoridades.
O g1 procurou a Polícia Federal para obter mais detalhes da ocorrência, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.
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