O presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) iniciaram o último dia de campanha para o primeiro turno das eleições de 2026 , neste sábado (3), com atos em São Paulo.
Em caminhada na capital paulista, Lula afirmou que seu grupo político está enfrentando um “chefe de quadrilha” e o crime organizado. Já Flávio Bolsonaro, que fez motocarreata no interior do estado, falou em "vitória no primeiro turno.
Em discurso, Lula não citou nominalmente o adversário político Flávio Bolsonaro (PL).
Vamos às urnas amanhã [domingo] com muita tranquilidade sabendo o que está em jogo. De um lado a democracia e a soberania, do outro lado a barbárie e a corrupção.
Do outro lado nós estamos trabalhando com um chefe de quadrilha. Estamos trabalhando contra crime organizado. Por isso, nós vamos precisar da força de vocês", afirmou.
Em outro momento, Lula associou o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro a irregularidades na Previdência e mencionou o banqueiro Daniel Vorcaro.
Lula faz último ato de campanha em SP.
Já Flávio Bolsonaro afirmou que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) atuam como "agentes políticos" do presidente Lula, sem detalhar quais. O candidato do PL também disse que o STF precisa deixar de atuar como "delegacia de polícia.
A corte máxima tem que deixar de ser uma delegacia de polícia. Tem que acabar com foro prerrogativa, tem muita coisa para fazer para fazer nessa pauta. Eu lamento que temos os amigos do Lula fazendo de tudo, dando canetada para tentar ajudar o Lula a se reeleger.
Antes, em uma transmissão das redes sociais, falou em "vitória no primeiro turno.
Vê se isso aqui não é sinal de vitória no primeiro turno. Obrigado, São Paulo, obrigado, Brasil. Faltam poucas horas para a gente libertar nosso Brasil", disse.
Flávio Bolsonaro encerra campanha em SP e RJ.
Lula, candidato à reeleição, participou de caminhada ao lado de Fernando Haddad (PT). O ato estava previsto para ocorrer na Avenida Paulista, mas acabou transferido para a Rua Augusta por conta de um desentendimento entre a organização e PMs no início da caminhada.
Antes da chegada de Lula e Haddad, houve um atrito entre integrantes da organização e policiais militares. Segundo a equipe responsável pelo ato, os PMs pediram que o trio elétrico que estava mais à frente na rua Augusta avançasse pela via, antes mesmo da chegada dos candidatos.
Os organizadores se recusaram a atender ao pedido, e manifestantes que acompanhavam o ato passaram a vaiar os policiais e gritar "fascistas.
Em nota, a Polícia Militar afirmou que, até aquele momento, não havia qualquer impedimento por parte da corporação ao trajeto desejado pelos manifestantes. Segundo a PM, os organizadores mantinham o ato em determinado ponto à espera da chegada de participantes.
Durante a caminhada em São Paulo, Lula fez referência à disputa envolvendo a Avenida Paulista. Ao defender a democracia, o presidente afirmou que a via não pertence a um grupo político específico.
A Paulista não é da direita, é do povo brasileiro", disse.
Candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro faz gesto ao cumprimentar apoiadores durante ato de campanha em Santa Bárbara d’Oeste (SP), um dia antes da eleição, em 3 de outubro de 2026.
Já o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) iniciou o último dia de campanha nesta manhã com uma motocarreata, que percorreu as cidades de Santa Bárbara d'Oeste (SP) e Americana (SP).
O candidato do PL à Presidência da República foi à motocarreata acompanhado do governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e dos candidatos ao Senado pelo estado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).
O percurso começou por volta das 11h, saindo de Santa Bárbara e seguindo pela Rodovia Anhanguera (SP-330) até chegar a Americana às 12h30.
No período da tarde, Flávio Bolsonaro tem programada outra carreata no Rio de Janeiro.
Veja como foi o dia dos demais candidatos.
O candidato encerrou sua campanha para o primeiro turno em Colina (SP), cidade onde nasceu, na região de Ribeirão Preto. Durante o ato, o escritor de 68 anos criticou os privilégios dos políticos e a falta de estrutura enfrentada por professores nas escolas.
Quero devolver o sonho para o brasileiro, porque é uma vergonha lá em Brasília, a elite política esqueceu da sociedade brasileira, as pessoas reais que precisam ser abraçadas.
(...) O Brasil tem cura. Nem picanha, nem fuzil, é Cury para o Brasil.
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