Casas de moradores foram atingidas por destroços de empresas destruídas pela tempestade.
- Serviços de saúde e aulas sofrem alterações em Maringá após danos causados por temporal.
- Empresas de Maringá são destruídas por temporal com ventos de mais de 90 km/h; ainda não há confirmação de tornado.
- Quartel destelhado, árvores arrancadas e ventos de até 109 km/h: chuvas deixam estragos no Paraná.
Estruturas de fábricas destruídas pelo temporal em Maringá, no Norte do Paraná, foram arrastadas pelo vento e atingiram imóveis do Jardim Colina Verde, bairro localizado a cerca de 300 metros do local.
Uma das casas atingidas foi de Dileuza dos Anjos. Segundo ela, os destroços destruíram a cobertura da residência e também danificaram o carro da família. Assista acima.
A gente fica tão desolado, não sabemos nem por onde começar. Tá tudo quebrado, carro quebrado, não tem para onde ir. Você fica de mãos atadas, de a pé, sem internet, sem nada.
Você não sabe o que faz, por onde começa", diz Dileuza.
As fortes chuvas passaram pela cidade na madrugada de segunda-feira (2), com ventos que chegaram a 96,3 quilômetros por hora, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
Até o momento, a instituição aponta que a cidade registrou uma supercélula — um tipo de tempestade muito organizada e de grande intensidade.
Até a tarde desta terça-feira (3), mais de 55 mil imóveis permaneciam sem energia elétrica, de acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel). A companhia informou que cerca de 900 funcionários trabalham para restabelecer o serviço.
Temporal causa destruição em Maringá, no Paraná.
A ventania atingiu um condomínio de empresas, que fica no bairro Parque das Indústrias – um dos mais impactados pelo fenômeno.
Uma das empresas foi de Alex Anastácio, proprietário de um barracão de maquinários. Segundo ele, a estrutura está instalada no local há cerca de um ano e emprega 12 funcionários.
Recebi a notícia de madrugada por um gerente que mora aqui. Achei que tinha caído uma telha, um vendaval, mas não, parece que caiu uma bomba", disse.
Outra indústria próxima fabrica placas solares. As estruturas de ferro ficaram retorncidas, com a cobertura arrancada pela força do vento. Segundo a empresária Roselina Fukushima, a empresa estava no local há cerca de seis anos.
Restou poucas coisas, as máquinas estão todas quebradas, porque os entulhos caíram em cima das máquinas, é muito triste [...] Eu tenho fé em Deus que vamos nos reconstruir.
Fomos dormir e acordamos sem nada.", finaliza a empresária.
Em números
- Até a tarde desta terça-feira (3), mais de 55 mil imóveis permaneciam sem energia elétrica, de acor
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